Nutanix reduz para metade o tempo de resposta dos servidores do Conselho Superior de Magistratura

A Nutanix implementou soluções de hiperconvergência e virtualização de servidores do Conselho Superior de Magistratura (CSM), contribuindo para a digitalização e modernização administrativa do Estado. Após concluídos os trabalhos, a Nutanix reduziu para metade o tempo de resposta dos servidores do órgão público.

Tendo o desafio da gestão administrativa de cerca de 100 colaboradores do órgão, e o da coordenação dos mais de 1500 juízes a nível nacional, o Conselho Superior de Magistratura lida com dados pessoais e processos individuais, bem como com a tramitação de recursos humanos (não judicias), estando tudo inserido numa só infraestrutura tecnológica. No passado, parte dos dados estavam alojados no servidor do Ministério da Justiça, a restante estava já do lado do CSM, mas em servidores físicos, obsoletos, lentos e com falhas de comunicação.

“Considerámos essencial dar início ao projeto de Independência Tecnológica.” afirma Vítor Fernandes, Responsável IT do Conselho Superior de Magistratura. “Se anteriormente necessitávamos de determinado tempo para desenvolver uma ação especifica, com a virtualização dos servidores, facilidade em criar servidores e a otimização de novos projetos, agora conseguimos fazê-lo em cerca de metade do tempo. A nível de performance, registámos grande melhorias.”

Atualmente, após implementação das soluções Nutanix, um juiz, ao entrar na plataforma, tem automática e rapidamente acesso a toda a documentação que necessita de consultar, traduzindo-se num aumento da fluidez da comunicação, sem erros.

Para além da modernização da infraestrutura, nas notáveis melhorias de processamento de dados e de performance, Vítor Fernandes realça ainda o impacto ambiental: “aqui no CSM adotámos uma política sustentável, por isso os 3 nós, que no fundo são três servidores que agregam todos os outros, tem um impacto positivo, quando falamos do consumo de energia, uma vez que a solução hiperconvergente permite reduzir acentuadamente o número de dispositivos ligados, contribuindo assim a diminuição da pegada de carbono.”

Dando continuidade à modernização da instituição, o Conselho Superior de Magistratura equaciona a possibilidade de subscrever o serviço de Virtualização de Ambiente de Trabalho (VDI), tendo em conta as alterações aos atuais modelos de colaboração, sendo que será apenas um plano para 2024 pois, para os próximos dois anos, as necessidades estão solucionadas.

Um exemplo na transformação digital da Administração Pública

“Estamos agradavelmente surpreendidos com a Nutanix. (…) Se anteriormente necessitávamos de determinado tempo para desenvolver uma ação especifica, com a virtualização dos servidores, facilidade em criar servidores e a otimização de novos projetos, agora conseguimos fazê-lo em cerca de metade do tempo. A nível de performance, registámos grande melhorias.”

O Desafio

O CSM, enquanto entidade de gestão de juízes, tinha a sua infraestrutura tecnológica inteiramente dependente do Ministério da Justiça, devendo haver uma separação. “Parte dos dados estavam alojados no servidor do Ministério da Justiça, a restante estava já do lado do CSM, mas em servidores físicos, completamente obsoletos, lentos e com falhas de comunicação. Considerámos essencial dar início ao projeto de Independência Tecnológica.”

A Solução

Após a decisão da modernização da infraestrutura tecnológica, o Conselho Superior de Magistratura, sendo uma entidade de administração pública, fez um levantamento dos requisitos e necessidades e, após esse processo, foi aberto o concurso ao público, no qual a Nutanix apresentou a melhor proposta”, explica o Responsável de IT do Conselho Superior de Magistratura.

“Foi então criada uma infraestrutura, que nos trouxe a necessidade de arranjar novos servidores, que nos desse resposta às carências à data, bem como as que prevemos ter nos próximos dois anos”, acrescenta Vítor Fernandes.

Respondendo a estas necessidades o CSM contratualizou a solução de hiperconvergência da Nutanix, para a virtualização de servidores, a migração para o Nutanix AHV Hypervisor, bem como a solução de backup agregada Veeam, e o respetivo Nutanix Mine cluster, para albergar estes backups.

Vítor Fernandes acrescenta que “as soluções da Nutanix permitiram ter concentrada a gestão de toda a infraestrutura, em 3 nós, numa só plataforma. Com a virtualização dos servidores, conseguimos otimizar também a infraestrutura dos recursos humanos. A facilidade em criar novos servidores, bem como a otimização de novos projetos, são outros fatores que considerámos fundamentais.”

O Responsável de IT do CSM realça ainda a “facilidade de implementação e em escalar, caso se verifique necessário aumentar os recursos, dos novos nós necessários, que é um fator diferenciador.”

Os Benefícios

Uma das principais vantagens encontradas na tecnologia da Nutanix por Vítor Fernandes, passa pela rapidez e eficiência do processamento de dados. “Se anteriormente necessitávamos de determinado tempo para desenvolver uma ação especifica, com a virtualização dos servidores, facilidade em criar servidores e a otimização de novos projetos, agora conseguimos fazê-lo em cerca de metade do tempo. A nível de performance, registámos grande melhorias.

“Agora, o juiz, ao entrar na plataforma, tem automática e rapidamente acesso a toda a documentação que necessita de consultar, traduzindo-se num aumento da fluidez da comunicação, sem erros, sendo isso um fator diferenciador.”

Para além da modernização da infraestrutura, nas notáveis melhorias de processamento de dados e de performance, Vítor Fernandes realça ainda o impacto ambiental: “aqui no CSM adotámos uma política sustentável, por isso os 3 nós, que no fundo são três servidores que agregam todos os outros, tem um impacto positivo, quando falamos do consumo de energia, uma vez que a solução hiperconvergente permite reduzir acentuadamente o número de dispositivos ligados, contribuindo assim a diminuição da pegada de carbono.”

Os Próximos Passos

Dando continuidade a esta modernização da instituição, o Conselho Superior de Magistratura equaciona a possibilidade de subscrever o serviço de Virtualização de Ambiente de Trabalho (VDI), tendo em conta as alterações aos atuais modelos de trabalho.

“Este será um plano para 2024. Para os próximos dois anos, consideramos que atualmente vemos todas as nossas necessidades solucionadas. No entanto, estão sempre em aberto novos projetos”, termina Vítor Fernandes, Responsável de IT no Conselho Superior da Magistratura.




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