Os adultos também “regressam à escola” com um objetivo claro: alfabetização em dados

Alfabetização em dados, uma competência fundamental para os adultos no seu “regresso às aulas”.

 As notícias sobre o “regresso às aulas” costumam andar à volta da educação das crianças e jovens. No entanto, há cada vez mais adultos a deixar os seus empregos e procurar uma mudança: segundo um estudo da Monster.com, 95% dos trabalhadores estão a pensar procurar um novo emprego e 92% estão até dispostos a mudar de setor para encontrar o lugar certo. Com esta agitação na rotatividade de pessoal, as empresas que mais rapidamente conseguirem melhorar e formar os seus colaboradores serão as que mais vão crescer. De acordo com uma pesquisa recente realizada pelo HR Dive e pelo SAS junto de líderes de RRHH, 88% dos entrevistados disseram que os planos de desenvolvimento dos colaboradores devem ser ajustados às lacunas de competências que as organizações agora enfrentam como resultado do COVID-19. 

Neste sentido, as melhores competências são aquelas que fazem a sociedade avançar. O estudo destaca que certas capacidades ou “hard skills” serão as mais necessárias, como aquelas relacionadas com IA, dados e analítica. Assim, a alfabetização digital e, mais especificamente, a alfabetização em dados ou “data literacy” é uma área-chave. 

Alfabetização em dados, uma competência fundamental para os adultos no seu “regresso às aulas” 

Uma competência emergente que foi acelerada pela desinformação relacionada com o COVID-19 é a alfabetização em dados, também conhecida pela sua terminologia em inglês “data literacy”. Trata-se da capacidade de consumir, interpretar e compreender dados, e é uma competência essencial para o sucesso na sociedade e nos locais de trabalho de hoje. 

Que faixas etárias estão mais imersas no uso de dados e tecnologias relacionadas? Um teste de alfabetização em dados do SAS e do News Literacy Project revelou algumas tendências interessantes: as pessoas com mais escolaridade demonstraram ter maior alfabetização em dados; os millennials mais velhos, a Geração X e os Boomers estão mais capacitados do que os millennials mais jovens e a Geração Z; e, surpreendentemente, os Boomers parecem mostrar ter maior capacidade para analisar afirmações baseadas em dados nas redes sociais do que a própria Geração Z. 

“Penso que já não há dúvidas sobre a importância e o papel absolutamente primordial do conhecimento dos dados não só para as empresas como para a sociedade no seu todo. É uma questão de primeira ordem e a pandemia veio reforçar e mostrar-nos isso.” disse Ana Rita Teotónio, Education Sales & Advisor no SAS Portugal. “No SAS acreditamos no poder dos dados e é por isso que continuamos a apostar na educação digital para todas as idades e no desenvolvimento de competências relacionadas com os dados. Conhecimentos sobre IA, Analítica, Machine Learning… tudo isto é essencial para o atual mercado de trabalho que está cada vez mais ciente da importância destas áreas para as empresas.” 

SAS aposta na educação para todas as idades 

Desde o conteúdo das redes sociais a smartwatches ou monitores domésticos de saúde, os dados tornaram-se parte fundamental das nossas vidas. Desta forma, para desenvolver competências relacionadas com dados em qualquer pessoa e em qualquer lugar, o SAS lançou o Data Literacy Essentials, um curso de e-learning gratuito que introduz os fundamentos dos dados, assim como o que significa ser alfabetizado em dados. Além disso, foca também os desafios éticos – como pesquisamos, interpretamos e apresentamos os dados de forma responsável – e como os preconceitos e prejulgamentos influenciam a forma como interagimos e comunicamos os dados. 

O DataFly é uma ferramenta gratuita para professores e alunos que oferece uma forma simples, rápida e atrativa de recolher e explorar os dados dos estudantes em tempo real. Com o CodeSnaps, os alunos resolvem problemas enquanto constroem um programa usando blocos de codificação impressos e executam o programa através de um robô conectado, como o Sphero, o SPRK, o SPRK + e o Ollie. Por sua vez, o Data Drives ajuda os alunos a repensar a forma como a escola se envolve com a comunidade. 

À medida que fazem perguntas, recolhem dados e, de seguida, analisam e interpretam as respostas, os alunos começam a pensar de forma crítica sobre os fatores que influenciam os resultados e são capazes de descobrir o potencial dos dados.




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