Já são conhecidos os Polos de Inovação Digital nacionais com acesso a rede europeia

Trata-se de uma das doze medidas emblemáticas do Plano de Ação para a Transição Digital, visando a dinamização de uma Rede Nacional de Digital Innovation Hubs a desenvolver em ligação com os clusters de competitividade e centros de interface tecnológico reconhecidos.


Foi publicado, esta sexta-feira, em Diário da República o Despacho que “Procede ao reconhecimento dos Polos de Inovação Digital para integração na Rede Nacional e à sua designação para acesso à Rede Europeia”.

Trata-se de uma das doze medidas emblemáticas do Plano de Ação para a Transição Digital, visando a dinamização de uma Rede Nacional de Digital Innovation Hubs a desenvolver em ligação com os clusters de competitividade e centros de interface tecnológico reconhecidos, rede essa que estará também interligada com a Rede Europeia de Digital Innovation Hubs a dinamizar pela Comissão Europeia no âmbito dos programas quadro europeus para 2021-2027.

Secretário de Estado para a Transição Digital, André de Aragão Azevedo sublinha que “esta é uma das medidas prioritárias do Plano de Ação para a Transição Digital, lançado em março de 2020, e que pretende estimular esta rede como um instrumento estratégico de aceleração da agenda digital dos vários setores económicos”.

Nesta fase, foram desde já selecionados os primeiros dez polos de inovação digital, podendo acrescer a este número outros polos em função da necessidade de garantir uma adequada cobertura tecnológica, territorial ou setorial. Prevê-se, ainda, que os Polos de Inovação Digital nacionais, pré-selecionados nesta fase, possam candidatar-se a integrar a Rede Europeia, após concurso(s) específico(s) a abrir pela Comissão Europeia no âmbito do Programa Europa Digital.

Os Polos de Inovação Digital são redes colaborativas que incluem centros de competências digitais específicas, com o objetivo de disseminação e adoção de tecnologias digitais avançadas por parte das empresas, em especial, PME, através do desenvolvimento, teste e experimentação dessas mesmas tecnologias. Em concreto, pretende-se estimular a incorporação de inteligência artificial, cibersegurança e super-computação na adaptação dos modelos de negócio do nosso tecido empresarial.

Estes polos fortalecem o ecossistema de inovação, pois resultam de cooperação entre vários parceiros com competências e atuações complementares, incluindo centros de investigação, universidades, centros de interface tecnológico, incubadoras, clusters de competitividade, associações empresariais, agências de desenvolvimento, entre outros atores do ecossistema de inovação nacional ou regional.




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