A portuguesa Critical Software apoiou a implementação de 10 milhões de contadores inteligentes no Reino Unido

Esta iniciativa é um dos maiores programas de infraestruturas desde a II Guerra Mundial e vem permitir que o consumidor final mude de tarifa, de fornecedor ou gira o seu gasto de energia de forma mais rápida e acessível.

A Critical Software integra o grupo responsável pela instalação de contadores inteligentes na casa de consumidores privados e pequenas e médias empresas no Reino Unido, com o objetivo de aumentar a sua eficiência energética. A meta do programa é a implementação de 55 milhões de contadores inteligentes até 2025, contudo, os 10 milhões de instalações realizadas até ao momento revelam já um elevado impacto muito positivo no consumo de energia do país.

Esta iniciativa é um dos maiores programas de infraestruturas desde a II Guerra Mundial e vem permitir que o consumidor final mude de tarifa, de fornecedor ou gira o seu gasto de energia de forma mais rápida e acessível.  

“A criação deste programa vem resolver o problema de integração de contadores inteligentes que existia até à data no Reino Unido, ao criar um protocolo de uniformização da linguagem utilizada para a partilha de dados entre consumidores e fornecedores e/ou distribuidores. Após sete anos de desenvolvimento do programa, o consumidor final tem agora a possibilidade de gerir de forma autónoma o seu contador inteligente, bem como realizar alterações aos seus modelos de energia, com um impacto significativo ao nível da poupança energética”, explica Pedro Brandão, um dos responsáveis da Critical Software pelo programa.

Segundo estudos do Governo britânico, em média, as residências no Reino Unido com contadores inteligentes têm a capacidade de reduzir o seu consumo de energia em cerca de 2%, podendo ir até aos 20%, no caso de utilizadores que explorem ao máximo as potencialidades do serviço.

“É com grande entusiasmo que podemos afirmar que a instalação dos 10 milhões de contadores inteligentes no Reino Unido já permitem evitar a libertação de até 275.000 toneladas de emissões de CO2 por ano, o equivalente às emissões de 95.000 residências. Sendo que, para compensar esse nível de emissões, seria necessário plantar cerca de 1.300 hectares de novas florestas”, remata Pedro Brandão.




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