Há um bootcamp que o desafia a ingressar nas profissões tech sem ser especialista

A escola tecnológica Ironhack explica o que faz um “Analista de Dados” e porque é deve considerar abraçar esta carreira.

 Perante a evolução tecnológica, os dados tornaram-se no novo “ouro” para as empresas: na hora de fazer uma compra, de pedir um transporte através de uma aplicação, ou simplesmente quando é feita uma pesquisa na internet são gerados dados valiosos para as suas operações, independentemente do sector onde atuam. Neste sentido, a era dos dados tem resultado numa procura exponencial por profissionais especializados nesta área, levando a Ironhack, escola líder de formação em tecnologia, a identificar o cargo de “Analista de Dados” como profissão do futuro e a abrir candidaturas para a nova edição do seu bootcamp de Data Analytics em regime full-time.

A Ironhack descreve o “Analista de Dados” como um profissional com a capacidade de recolher, interpretar e analisar dados, transformando-os em ferramentas úteis e em que se baseiam as estratégias de negócio, que permitam otimizar as operações e as tomadas de decisão das empresas. É considerada a profissão do futuro devido à crescente necessidade de profissionais, sendo que, de acordo com a agência norte-americana Bureau of Labor Statistics, a procura por empregos relacionados com as disciplinas STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) deve aumentar 12,5% até 2024. Entre os profissionais desta área, destaca-se o Analista de Dados que, segundo o LinkedIn, é uma das 15 profissões emergentes mais importantes do futuro, devido à necessidade de tratar as informações geradas pelos mais de 40.000 milhões de dispositivos que estarão conectados à internet até 2025, e uma das mais bem pagas, sendo que o salário médio de um aluno recém formado pode chegar até aos 35.000€ por ano, segundo dados da Ironhack, e o salário médio de um profissional sénior pode ir até aos 200.000€ por ano, segundo dados da americana PayScale.

“A necessidade de analisar e interpretar os dados que são gerados no dia-a-dia é fundamental para todos os setores a nível mundial, desde a banca, a indústria, os serviços, o turismo, o entretenimento, entre outros. Ou seja, praticamente todos exigirão, no futuro, especialistas que os ajudem a converter todas as informações geradas pelas suas operações em ferramentas que permitam uma otimização de recursos ou o aumento da produtividade e do número de vendas. Neste sentido, numa altura em que vivemos tempos difíceis, queremos ser a solução para as pessoas que ficaram sem emprego e que querem apostar num novo percurso profissional, sem a necessidade de terem qualquer experiência prévia no mundo da tecnologia”, explica Munique Martins, responsável pelo campus de Lisboa da Ironhack.

O curso de Data Analytics da escola tecnológica, que pode realizar-se em regime de full-time, durante 9 semanas, ou em regime de part-time, durante 24 semanas, foca-se na aprendizagem de Python, uma das linguagens de programação que mais cresce e com mais saídas no mercado de trabalho, segundo a Stackoverflow. Com esta competência, alunos de qualquer área de formação vão aprender a compilar, avaliar e interpretar dados para fazer previsões de tendências do mundo real, desenvolvendo competências de programação e estatística, bem como fundamentos de machine learning,  business intelligence, bastante procurados pelas empresas. A cada três semanas, desenvolvem ainda um projeto para testar os seus conhecimentos.

Após a conclusão do curso, os alunos terão ainda acesso a uma semana de preparação para o mercado de trabalho, onde, com o apoio do serviço de carreiras da Ironhack, treinarão entrevistas pessoais e técnicas. Além desta preparação, o serviço conecta-os também diretamente com empresas da área, sendo que, dos alunos formados em Data analytics no mês de dezembro, mais de 90% já se encontra empregado.

Os candidatos devem ter mais de 18 anos, um domínio intermédio da língua inglesa e cumprir o trabalho prévio de preparação. O curso tem um custo de 6.000€, existindo diversas opções de pagamento, que permitem pagar em mensalidades até 18 meses ou através da modalidade de Acordo de Rendimento Partilhado, que dá aos alunos com menos recursos financeiros a possibilidade de pagarem o seu curso apenas após estarem empregados. Esta iniciativa é promovida em parceria com a Fundação José Neves.

O curso tem candidaturas abertas até 15 de maio e arranca a 31 de maio até 20 de julho de forma presencial, no Campus de Lisboa.

Caso esteja interessado inscreva-se aqui.




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