As principais tendências de saúde digital para o futuro

Se a telemedicina era vista com desconfiança até março de 2020, o isolamento social obrigatório causado pela pandemia, que deixou os consultórios vazios, fez com que muitos adotassem esta modalidade.

O caminho está a ser feito e não temos dúvidas que rapidamente a telemedicina terá um avanço inédito na história do atendimento no setor da saúde, e da relação entre médico e paciente.

Deixamos aqui algumas tendências que marcam a evolução da telemedicina:

  • Telemedicina vai ganhar está a conquistar o seu espaço é uma questão de tempo para todos a abraçarem.

Se a telemedicina era vista com desconfiança até março de 2020, o isolamento social obrigatório causado pela pandemia, que deixou os consultórios vazios, fez com que muitos adotassem esta modalidade.

A maioria das clínicas e hospitais implementaram sem grandes investimentos software e hardware como para ofertar saúde aos seus colaboradores e beneficiários. Em última análise, a telemedicina ganhou maior visibilidade nos últimos meses, os pacientes oham para esta opção como segura, confortável e eficiente.

  • Realidade virtual vais transformar a telemedicina

Somente na América do Norte, o mercado de realidade virtual deve saltar de 1.8 mil milhões de dólares em 2018 para atingir 30,4 mil milhões de dólares em 2026, segundo relatório da Forbes. Esta faturação inclui as possibilidades de uso na telemedicina, o que vai incluir maneiras de aliviar a dor e tratar certas doenças psicológicas, entre outras diversas possibilidades.

  • O uso da inteligência artificial

A inteligência artificial deve ganhar corpo na telemedicina, numa interação com os profissionais de saúde. É possível pensar em aplicações e softwares capazes de avaliar se uma pessoa precisa de uma consulta, apenas observação ou ir a uma emergência apenas respondendo a um questionário. É possível conciliar essa entrevista para que o médico conclua o diagnóstico – incluindo as considerações da inteligência artificial.

  • Mais dados, mais prevenção

As anamneses e entrevistas feitas pelos profissionais dão uma série de auxílios e insights aos profissionais, que podem indicar cuidados para melhorar a condição de saúde não necessariamente relacionada àquela queixa.

Aspetos como hábitos do dia a dia e histórico familiar dão indicações de problemas que podem surgir no futuro e podem ser monitorizados previamente com mais facilidade pela telemedicina. Além disso, é possível cruzar dados para identificar tendências e cuidados, que podem ser usados de forma preventiva – respeitando a privacidade dos utilizadores, mas fazendo uma análise de um grupo populacional.

  • Atendimento digital e saúde pública

Os silos de informação gerados por empresas especializadas em telemedicina podem ser aplicados pela saúde pública para desenvolver programas de prevenção à saúde de doenças. Esta universalização de dados – respeitando as regras do Regulamento Geral de Proteção de Dados – é capaz de indicar caminhos importantes para o sistema de saúde, inclusive na projeção de possíveis doenças decorrentes de hábitos de vida, histórico de saúde, entre outros.

Já existem esforços internacionais para a partilha de dados entre países, especialmente na Europa, com o propósito de suportar os sistemas de saúde locais, fomentar pesquisas e desenvolver políticas públicas.

  • Verificação de sintomas

Alguns países adotaram aplicações, chatbots ou tecnologias vinculadas à inteligência artificial capazes de identificar a situação de um paciente contaminado pela Covid-19. Com checagens constantes, estes países conseguiram monitorizar a situação das pessoas e, ao mesmo tempo, reduzir os custos de atendimentos desnecessários em hospitais – assim como evitar uma pessoa que testou positivo de circular pela cidade, ampliando o risco de exposição.




Deixe um comentário

O seu email não será publicado