Beta-i arranca 2021 com 20 projetos em 13 países

Num ano de crise económica, a Beta-i tem como objetivo ser novamente um elemento chave na recuperação do mercado nacional e global, através do seu portfólio de serviços de Inovação e Aceleração de Ecossistemas, tanto para o setor privado como público.

A consultora portuguesa de inovação colaborativa Beta-i anunciou, em comunicado a imprensa, que inicia 2021 com um reforço da sua operação a nível internacional e com o desenvolvimento de novos projetos cada vez mais focados na criação de impacto social tangível em áreas chave da sociedade e da economia. A decorrer ou a arrancar, estão já 20 projetos para clientes em 13 países, que irão levar a metodologia de inovação colaborativa a novas geografias, tais como como Suíça e Estónia, para além de mercados onde a Beta-i já atua como Bélgica, Alemanha, Angola, Brasil e Austrália.

Num ano de crise económica, a Beta-i tem como objetivo ser novamente um elemento chave na recuperação do mercado nacional e global, através do seu portfólio de serviços de Inovação e Aceleração de Ecossistemas, tanto para o setor privado como público. Neste sentido, em 2021, irá focar a sua atuação e conhecimento em seis áreas-chave, nomeadamente Energia, Economia Circular e Sustentabilidade, Agritech, Blue Economy, Healthtech e Finanças e Seguros, mantendo igualmente projetos relevantes em setores como o Turismo e as Smart Cities.

Durante o novo ano, a Beta-i terá um papel mais interventivo na discussão de políticas públicas europeias com impacto no setor de tecnologia e inovação, num projeto que visa tornar a legislação europeia mais compreensível para o ecossistema de inovação, dar voz aos players do setor no debate de políticas públicas e envolver decisores políticos na reflexão do impacto que a sua agenda tem nos negócios e na sociedade. Destacam-se também até ao momento outros projetos como um programa de inovação e sustentabilidade com a Sociedade Ponto Verde em Portugal, bem como projetos de impacto tangível a nível internacional, como o e o Expand Accelerator, que vai desenhar um método de desenvolvimento de inovação social para ser utilizado em universidades, cujo primeiro piloto será dedicado ao tema dos sem-abrigo, e a criação da primeira plataforma de inovação para a Economia do Mar, o o Atlantic Smart Ports Blue Acceleration Network, um projeto que visa reduzir em 100 mil toneladas as emissões de gás carbónico e que vai mobilizar fundos de investimento num total de 5 mil milhões de dólares ao longo dos próximos 2 anos, além de captar 6 milhões de euros em investimento privado direto para startups.

Segundo Pedro Rocha Vieira, CEO e cofundador da Beta-i, estes setores foram definidos a partir de uma análise estratégica de cenário a médio prazo, combinando necessidades de inovação latentes tanto em Portugal como a nível global. Num ano ainda marcado pela incerteza da pandemia, estaremos orientados para setores e clientes efetivamente interessados na obtenção de resultados e impacto tangíveis nos mercados onde atuam, sendo que não só a nossa retenção como a conquista de novos clientes, mesmo em tempos difíceis como estes, está a ser elevada. Esta é a prova de que temos sido capazes de nos reinventar e de trazer valor para a resolução de desafios de negócio, através da nossa proposta de valor centrada na inovação colaborativa, e que tal é percebido por um número cada vez maior de empresas e órgãos públicos em Portugal e fora do país”.

Em 2020, a Beta-i fechou 2020 com 2,5 milhões de euros em faturação e desenvolveu 25 diferentes programas de inovação, para 60 clientes provenientes de 20 países, em todos os continentes, fazendo parte do seu portfólio grandes empresas nacionais e multinacionais como: AWS – Amazon Web Services, American Electric Power, Axians, Brisa, Câmara Municipal de Lisboa, CLP, Comissão Europeia, Dubai Electricity and Water Authority, Galp, Genan, Google, Janssen – Johnson & Johnson, Origin, Sonea Sierra, SPGroup, Turismo de Portugal, Unicre, Visa, entre outros.




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