WatchGuard: previsões de cibersegurança para 2021

Os utilizadores estão a começar a aprender que os algoritmos de mapeamento de dados que as empresas de tecnologia usam para categorizar e para quantificar e analisar as suas ações podem ter consequências indesejadas.

Empresa de cibersegurança e inteligência de redes, WatchGuard divulgou recentemente as suas previsões de cibersegurança para 2021. De acordo com a marca, uma das tendências é o surgimento de ameaças que explorem de forma mais elaborada as lacunas de segurança causadas pelo teletrabalho.

Os principais temas que a WatchGuard acredita que estarão em cima da mess no próximo ano são:

Automação impulsiona a onda de campanhas de spear phishing

Spear phishing é uma técnica de ataque que envolve e-mails maliciosos altamente direcionados e convincentes que incluem detalhes específicos e precisos sobre um determinado indivíduo ou empresa.

Historicamente, o spear phishing é uma atividade de alto investimento e potencialmente de alto retorno para os hackers, que exige processos manuais e demorados. Isto vai mudar em 2021.

Os cibercriminosos já começaram a criar ferramentas que podem automatizar os aspetos manuais do ataque. Ao combinar estas ferramentas com programas que verificam dados de redes sociais e sites de empresas, os phishers podem enviar milhares de emails de spear phishing detalhados e confiáveis, com conteúdo personalizado para cada vítima.

Revolta dos utilizadores com a privacidade dos dispositivos inteligentes

Os sistemas inteligentes como Alexa, Siri e Google Assistant, entre outros, agregam valor e conveniência ao automatizar as luzes, a temperatura ambiente, as fechaduras das portas e muito mais.

Embora todas estas tecnologias certamente tenham recursos muito úteis e benéficos, a sociedade está a começar a perceber que dar às empresas tanto conhecimento não é saudável.

Os utilizadores estão a começar a aprender que os algoritmos de mapeamento de dados que as empresas de tecnologia usam para categorizar e para quantificar e analisar as suas ações podem ter consequências indesejadas. É por isso que os utilizadores farão os fornecedores levarem mais a sério a privacidade de dispositivos domésticos e de consumo da Internet das Coisas (IoT) em 2021.




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