AGEFE divulga Guia Prático de Riscos de Cibersegurança em Endpoint Devices

Para a Associação Empresarial dos Sectores Eléctrico, Electrodoméstico, Fotográfico e Electrónico a cibersegurança é essencial ao desenvolvimento do mundo digital. Só ela proporciona a indispensável confiança à digitalização de processos que até há bem pouco eram realizados em meio analógico.

Além do próprio utilizador, os endpoint devices (computadores, impressoras, smartphones, etc.) são o elo mais fraco no acesso ao ciberespaço, na medida em que são a porta de entrada para a grande maioria dos ciberataques e a origem de mais de um quarto das quebras de segurança.

Tendo presente esta realidade e com o propósito de contribuir para a melhoria das práticas de Cibersegurança, a AGEFE (Associação Empresarial dos Sectores Eléctrico, Electrodoméstico, Fotográfico e Electrónico) elaborou um documento intitulado Riscos de Cibersegurança para Endpoint Devices: Guia Prático para Dispositivos de Computação, Impressão e Mobilidade”.

Este Guia Prático está assente nos objectivos estratégicos nacionais neste domínio, nomeadamente os que constam do Quadro Nacional de Referência para a Cibersegurança (QNRCS) e do Plano de Acção para a Transição Digital, e que sistematiza o que de essencial existe de forma dispersa sobre cibersegurança em endpoint devices.

Com base em quatro das tipologias de requisitos referidas no QNRCS (Autenticação; Eliminação Segura de Dados; Integridade do software, firmware e dados; e Deteção e Proteção), o Guia Prático da AGEFE propõe um método de ajuda à decisão, que identifica:

  • objetivos essenciais de cibersegurança para cada categoria de endpoint devices;
  • a forma de os implementar e de comprovar a sua eficácia;
  • as normas e/ou certificações que poderão ser relevantes para o efeito.

“Trata-se de facto um guia prático, e não apenas um guia de boas práticas”, explica Daniel Ribeiro, Diretor Executivo da AGEFE. “É uma ferramenta simples que, de forma tecnológica e comercialmente neutra, contém informação essencial e propõe opções concretas e exequíveis quanto aos aspetos de cibersegurança a ter conta para a aquisição de dispositivos de computação, impressão e mobilidade, quer no sector público quer no privado.”





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