Últimas vagas para o bootcamp de cibersegurança da Ironhack

Candidaturas para quem quer ingressar numa das carreiras mais promissoras do setor tecnológico estão abertas até dia 9 de novembro.

Os ataques cibernéticos colocam em risco a integridade das organizações. Assim, controlar a exposição a ameaças virtuais tornou-se um requisito básico para qualquer entidade. Atenta a este contexto, a Ironhack, escola líder de formação em tecnologia, tem um novo curso intensivo de cibersegurança, que pretende capacitar profissionais, com ou sem experiência anterior no setor das TI, e dar resposta à intensa procura verificada no mercado por talento especializado. Os interessados podem candidatar-se ao bootcamp de cibersegurança da Ironhack, que arranca a 16 de novembro, até ao dia 9 do mesmo mês.

Hoje, mais do que nunca, e depois de meses de adaptação a uma nova normalidade, em que o uso da tecnologia a nível profissional aumentou drasticamente, apostar na proteção dos sistemas é crucial para evitar estar vulnerável a hackers mal-intencionados. Empresas e governos um pouco por todo o mundo enfrentam ataques cibernéticos diariamente, sendo que o número de especialistas capazes de lhes fazer frente é insuficiente. De acordo com dados da publicação Cybersecurity Ventures, prevê-se que as posições por preencher na indústria da cibersegurança cresçam até 350%, de 1 milhão em 2013 para 3,5 milhões em 2021. Destas, mais de 400.000 serão na Europa.

Perante esta realidade, o bootcamp da Ironhack apresenta-se como uma opção eficaz para, em apenas 3 meses, adquirir o know-how técnico para singrar numa área muito requisitada, que regista uma taxa de desemprego de 0% e oferece salários competitivos.

“Vivemos numa era em que o cibercrime tem vindo a ganhar terreno a uma velocidade preocupante. A única forma de o travarmos a tempo é formando talento especializado que esteja focado em inverter a tendência”, começa por explicar Munique Martins, responsável pelo campus de Lisboa da Ironhack. “Num mundo baseado em redes, é imprescindível ter uma força de trabalho que o proteja. Por isso, esta é, sem dúvida, uma indústria que abre portas a inúmeras oportunidades de carreira”, acrescenta.

O programa do curso é composto por três módulos e está estruturado para durar 8 horas por dia: o primeiro percorre os princípios teóricos e os conceitos-chave da cibersegurança, sendo antecedido por uma imersão que serve para familiarizar os alunos com os fundamentos de sistemas; o segundo debruça-se sobre as metodologias que permitem identificar ameaças e construir um ambiente seguro; por último, o terceiro tem uma abordagem ainda mais prática que os anteriores, desafiando os alunos a pôr à prova e consolidar os conhecimentos adquiridos através projetos que simulam cenários de ataques informáticos e exigem que estes reajam em tempo real.

“Este bootcamp foi pensado com o mote ‘tudo o que precisas de saber, mas só o que precisas de saber’, o que significa que nos concentramos em preparar os nossos alunos para dominarem as competências essenciais, facilitando a transição para o mercado de trabalho”, sublinha Munique Martins.

O curso será lecionado num formato 100% remoto, com a mediação de um professor. Estarão disponíveis materiais de apoio ao estudo e todas as dúvidas poderão ser esclarecidas no momento através dos vários canais de comunicação da comunidade Ironhack.

Qualquer pessoa, com ou sem experiência anterior no setor das TI, que queira mudar de carreira ou tenha acabado de concluir os seus estudos e procure diversificar as suas habilitações, está apta para se inscrever. Terá apenas de ter mais de 18 anos, um domínio intermédio da língua inglesa e cumprir o trabalho prévio de preparação. O curso tem um custo de 7.000€ e pode ser pago em mensalidades até 18 meses.

Com uma taxa de colocação na ordem dos 85% (percentagem de alunos que conseguiram um trabalho até seis meses depois de terem concluído o curso), a Ironhack já formou mais de 250 alunos em Portugal apenas no último ano.




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