Segurança de identidade, uma dor de cabeça para as empresas

As empresas que podem detectar e conter uma violação em menos de 200 dias gastam até 1,23 milhões de euros a menos do que aquelas que não o fazem.

79% das empresas já viveram uma violação de identidade de um utilizador nos últimos dois anos, de acordo com um estudo recente da Identity Defined Security Alliance (IDSA).  Para além disso, apenas 26% dos entrevistados afirmam que a sua empresa é muito segura neste segmento e que tem capacidade para enfrentar qualquer ameaça neste sentido. Um dos fatores que abala a confiança dos líderes de TI é a falta de soluções de IAM (Identity and Access Management).

Em termos de recursos de defesa, os gestores acreditam que podem interromper as tentativas de invasão com base nas credenciais de acesso doutilizador com privilégios, ao mesmo tempo em que têm menos confiança em interromper as ameaças machine to machine e da Internet das Coisas. A confiança cai para menos de 35% quando o IAM requer integração com aplicações de software ou interações machine to machine.

A IDSA estima que as ameaças relacionadas à identidade estão presentes em todas as empresas e setores, que geralmente são difíceis de detectar. Um relatório da IBM destaca que uma organização leva 206 dias em média para descobrir uma violação de dados e até 73 dias para remediá-la. As empresas que podem detectar e conter uma violação em menos de 200 dias gastam até 1,23 milhões de euros a menos do que aquelas que não o fazem.

Por fim, a associação garante que phishing e credenciais roubadas são responsáveis pela maioria das violações relacionadas à identidade nos últimos anos. Houve um aumento de 667% nos ataques deste tipo relacionados à pandemia de coronavírus.




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