Zoom aumenta a segurança nas videochamadas

Exposta a constantes críticas pelas fragilidades de segurança, a plataforma mostra que está, naturalmente, a operar melhorias, com o objetivo claro de continuar a conquistar subscritores dos seus serviços.


Têm sido varias as denúncias e até alguma especulação, que atribuem violações de privacidade e segurança, a ferramenta de videoconferência Zoom. Para combater as fugas de dados assim como a insegurança, no uso da plataforma, que se tornou popular na sequência da confinamento da sociedade, decorrente da pandemia mundial gerada pelo Covid-19. A plataforma anunciou um plano de criptografia para “maior proteção dos dados contra a sua manipulação”. Nas últimas três semanas, e como consequência da introdução do teletrabalho em massa, a empresa teve um aumento de 50% nos utilizadores, chegando aos 300 milhões por dia .

O uso da plataforma explodiu, tornando-se uma ferramenta de referência para empresas, escolas, organizações políticas ou mesmo para uso entre amigos, para um brinde ou para aquela conversa quando bate a saudade. As críticas à falta de códigos de segurança levaram muitos utilizadores a optar por outras soluções concorrentes. Tendo em conta a perda de utilizadores eis que chega uma nova versão da plataforma, o Zoom 5.0, para marcar uma posição firme e de peso. Na esperança dos que foram voltem e os que ficaram jamais saiam.

Mas o Zoom não se ficou apenas pela criptografia, também fez várias alterações na sua interface, incluindo a proteção através de senha e maior controle dos hosts das reuniões, com a verificação dos participantes. Para que não restem dúvidas aos mais especuladores e adaptemos da intriga, a empresa dá a possibilidade aos o administradores de contas de escolherem as regiões onde se encontra o data center das suas reuniões.

[A Computerworld está em regime de teletrabalho com a ajuda da tp-link]




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