Cinco conceitos fundamentais para desenvolver apps

O mercado de aplicações tende a crescer com aumento da política de teletrabalho; entenda quais diretrizes podem impulsionar a sua ideia.

Num momento delicado para a económico mundial, onde será obvia uma retração durante e após o surto do novo coronavírus, o mercado de apps será dos poucos que terá a oportunidade de crescer, por estes serem sem qualquer dúvida aliados da população na solução de diversos problemas do dia a dia, tornando-se fundamentais em situação de isolamento social.

Independente da categoria: comidas e bebidas, jogos, fintech ou compras, todos os dias developers criam soluções que visão chegar aos mais diversos tipos de público e necessidades. Como tornar um novo app relevante, como monitoriza-lo, como garantir downloads e visibilidade?

Muitas respostas para estas perguntas estão nas famosas e crescentes Adtechs – empresas de tecnologia de marketing, que por meio de plataformas inteligentes, ajudando a colocá-los no mercado e ainda a torná-los rentáveis.

No ano passado, foram movimentados mais de 57 bilhões de dólares em publicidade de app em todo o mundo (AppsFlyer). Instalações orgânicas já não representam tanto quanto utilizadores atraídos por meio de media paga. Mas entrar nesse mercado não é um bicho de sete cabeças.

“Todos os aplicativos devem ter em mente pelo menos cinco conceitos, sobre os quais existem adtechs capazes de atender às específicas demandas”, diz Joizer Santos, diretor de novos negócios da Lemmonet, empresa de performance de apps – também uma adtech, no Brasil há três anos. “O caminho é perceber quais as lacunas que a estratégia do app ainda não preencheu com base nesses pontos que levantamos”, demonstra:

1. Entenda que o seu app também é media

Regra número um da monitorização. Seu app também é media e é preciso inseri-lo no ecossistema de publicidade in-app. Para isso uma das soluções é fazer parte do inventário de uma adnetwork (rede de media), e assim, os seus utilizadores receberão o impacto da publicidade de outros apps ou marcas criando rendimento para seu app.

2. Data driven, data driven, data driven

A melhor opção atualmente é criar campanhas de aplicações guiadas por dados. Se isso não for levado em conta, serão campanhas de baixa precisão. Uma plataforma de dados poderá distribuir as campanhas, sejam em vídeo ou displays, para utilizadores que estejam dentro dos seus potências clientes. Tudo isto pode acontecer de forma super rápida, com uma boa distribuição publicitária excelentes plataformas. O melhor de tudo: os resultados das campanhas rodadas são transparentes e o seu app poderá analisar exatamente o que correu bem.

3. Atribuição de performance

É aqui que entra a atribuição. Afinal, quais são as campanhas que estão a funcionar para downloads do seu app e quais não estão? Quais as medias que trouxeram utilizadores e quais não deram qualquer retorno? Quais banners criativos têm a maior atratividade? Qual região tem maior interação com seu produto? Que tipo de sistema operativo ou equipamento mobile tem os melhores resultados?

Imagine que com uma adtech é possível ter esta informação em tempo real e assim mudar o rumo das suas campanhas, se estas estiverem conectadas com as maiores plataformas de atribuição e analytics do mercado.

4. User Experience – UX

A sigla não deve ser desconhecida. UX = experiência do utilizador. Aqui entra a preocupação em melhorar constantemente a usabilidade da aplicação levando em conta os feedbacks dos utilizadores.

Precisa de manter um canal transparente de comunicação com os seus utilizadores (seja por bots, seja chats, seja telefone – e para isso também pode contar com adtechs), que funcia para que as novas features da aplicação melhorem cada vez mais. A aplicações é um produto vivo, em constante mudança.

5. Campanhas com influenciadores

A grande sacada para campanhas de marketing digital está também em usar influenciadores das redes sociais que possam testar, falar sobre e recomendar o seu app.

Pode por exemplo, manter uma plataforma de cruzamento de campanhas com os principais influenciadores registados, que permite rodar publiposts sem a necessidade de intermediação de uma agência, ou de falar com um por um dos influencers escolhidos. Aqui tem de ter também muita atenção, não basta que o influenciador tenha muitas visualizações, importa averiguar o seu conteúdo, a qualidade e isenção do mesmo.




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