Dicas WIKO para estar atualizado longe das fake news

Fazer download de aplicações oficiais e criar listas no Twitter são algumas das medidas que a marca recomenda para estar corretamente informado através do seu smartphone.

Após a ativação do Estado de Emergência no nosso país, existem centenas de mensagens que recebemos diariamente nos nossos smartphones. A maioria está relacionada a notícias sobre o estado de alerta de saúde gerado pelo coronavírus, portanto, uma das posições mais responsáveis que as pessoas devem adotar é apostar em informações verdadeiras e não se deixarem levar por notícias fraudulentas ou pelas tão conhecidas fake news.
Para evitar estas situações, a WIKO, empresa europeia de smartphones, divulgou quatro dicas simples que permitirão aos utilizares consultar com segurança as últimas notícias sobre a situação da COVID-19 através dos smartphones.

1. Fazer download das aplicações dos principais meios de comunicação social
Temos à nossa disposição um universo inteiro de conteúdo sobre o coronavírus a apenas um clique de distância. Portanto, para estar informado com notícias confiáveis, basta fazeres download das aplicações oficiais dos principais meios de comunicação social, através das quais libertam informações desta situação de forma frequente, e ativar as notificações. Além disso, pode completar a sua função com serviços como Reddit, Flipboard ou Feedly, pois essas plataformas permitem configurar o conteúdo que deseja receber de acordo com os teus interesses.

2. Faz uma lista no Twitter com as contas oficiais
A informação a mais pode levar a um estado de alerta e preocupação. Esse é um dos motivos pelos quais a WIKO recomenda monitorizar os tempos de exposição e consultar o status do alarme. Para o conseguir levar a cabo sem deixar de estar ciente do que se passa em redor do coronavírus, a WIKO propõe a criação de uma lista no Twitter com as contas de organizações oficiais, como a Direção Geral de Saúde ou a Organização Mundial da Saúde (OMS), para saber, com uma olhadela, as últimas notícias sobre a COVID-19. É tão simples quanto abrir a aplicação do Twitter e, no seu perfil, selecionar “Listas”. Uma vez lá, criamos uma nova lista usando o botão localizado no lado inferior direito, onde um ecrã será aberto para detalhar o nome e a descrição da lista, bem como a opção de torná-la pública ou privada. Para incluir uma nova conta na nossa lista teremos que inserir esse perfil: clique nos três pontos no canto superior direito e selecione “adicionar à lista”. Desta forma, podemos ver de relance um resumo das informações publicadas na forma de tweets por organizações oficiais, jornalistas, meios de comunicação social, etc.

3. Não partilhe textos nem áudios que não tenham sido confirmados
As informações não comprovadas tornaram-se numa outra epidemia nos dias de hoje. Num contexto de alarme, conteúdo como remédios caseiros para prevenir o vírus, números imprecisos do WhatsApp e vídeos virais são uma constante que pode gerar desconforto ou preocupação devido à falta de base científica.
Para prevenir que isso aconteça, a WIKO incentiva os utilizadores a interromper a sua disseminação se houver alguma dúvida sobre a veracidade das informações ou se elas não tiverem fontes comprovadas. No entanto, é apropriado enviar links que redirecionem para notícias de media ou declarações de organizações oficiais, bem como áudios de pessoas conhecidas e que sabemos que estão envolvidos na situação, como médicos, enfermeiros, responsáveis de supermercado, correios, etc., desde que sejam conselhos úteis e nunca notícias alarmantes e sem fundamento.
O mesmo ocorre quando recebemos nos nossos smartphones uma captura de ecrã com uma suposta notícia publicada pelos meios de comunicação social. Nesses casos, a WIKO sugere que procure o conteúdo original no media referido na imagem. Se a notícia não aparecer em nenhuma de suas secções, é possível que seja falsa. Portanto, é aconselhável considerar apenas o conteúdo que é acompanhado por um link direto e que redireciona para fontes credíveis de informações.

4. Se tem dúvidas, confirme as informações numa ferramenta de pesquisa de notícias
Se, apesar de todos os conselhos acima, tiver dúvidas sobre a veracidade das informações e desejas comprová-las oficialmente, pode fazer a pesquisa num motor de busca como o Google, onde poderá verificar se os dados foram publicados nos meios de comunicação ou baseados em conferências de imprensa dos organismos oficiais. Além disso, se detectar que lhe enviaram uma notícia falsa ou fraudulenta, a WIKO incentiva-te a “educar” os seus amigos e familiares para serem cautelosos com esse tipo de informação e evitar situações de alarme ou preocupações desnecessárias.


Tags


Deixe um comentário

O seu email não será publicado