Ataques cibernéticos aumentam, com o aumento do consumo de internet

Passwords reforçadas, antivírus atualizado, desconfiança de sites não seguros, verificação de e-mails e suas fontes e a não acedência a envio de dados pessoais são algumas das regras básicas a seguir.

Os cibercriminosos não deixaram de o ser. A Seresco Portugal, especialista em processamento salarial e recursos humanos, adverte que o aumento do consumo de internet, o aumento de pesquisas por sites noticiosos, a proliferação de fake news, a proliferação e grupos WhatsApp, compras online e por MBWay, estão a aumentar também os ataques de cibercriminosos e todo o cuidado é pouco.

Se receber um e-mail, uma corrente de mensagens do WhatsApp ou um “alerta” com informações sobre os últimos avanços médicos no coronavírus ou que lhe sejam solicitadas informações pessoais para verificar se está infetado, desconfie.

De acordo com Francisco Menéndez, chefe da área de segurança e conformidade da Seresco “o maior perigo está nas instituições de saúde. Haverá casos de pessoas ligadas ao cibercrime que se apresentarão como fonte oficial (do Ministério da Saúde) e que possam tentar contactar esses centros, a solicitar informações”. O perigo é tão real quanto essa situação já ocorreu em alguns hospitais da Europa central.” Diz o especialista. Que acrescenta “Isso aconteceu há alguns dias no Hospital Universitário de Brno, na República Checa”.

A Seresco recomenda que as empresas mantenham informados os seus funcionários em teletrabalho para a importância do cumprimento de algumas regras básicas como o fortalecimento de passwords e acessos em duas vias, e o uso de “transmissão” de televisão através de canais seguros; a verificação minuciosa de sites consultados para que sejam considerados seguros e a verificação da idoneidade de emails. Obviamente, também é conveniente ter o antivírus mais recente, completamente atualizado e preparado para detetar qualquer tentativa de ataque.




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