Venda de smartphones cresce globalmente

A Samsung mantem liderança em vendas tendo colocado no mercado 78,2 milhões de unidades um aumento de oito por cento em relação ao ano anterior.

As remessas globais de smartphones cresceram 2% no terceiro trimestre, superando dois anos de declínio, mostram os dados Strategy Analytics, que dão nota de um crescimento muito superior por parte da Huawei com valores de crescimento de 29%. Sendo que grande parte desse crescimento da marca chinesa tenha sido no seu país,

Desde 2017 que o mercado de Smartphone não crescia tanto. Segundo a
Strategy Analytics este crescimento devesse essencialmente à forte concorrência de preços entre fabricantes, às inovações introduzidas nos equipamentos, às maiores capacidades qualidade dos ecrãs, e ao 5G.

Os fabricantes de smartphones colocaram no mercado mais de 366 milhões de smartphones no terceiro trimestre, acima dos 360 milhões em período homólogo no ano anterior.

A Samsung mantem liderança em vendas tendo colocado no mercado 78,2 milhões de unidades um aumento de oito por cento em relação ao ano anterior. A Strategy Analytics atribui estre facto as fortes vendas do Galaxy Note 10 e da série A de médio alcance.

A Huawei teve a maior taxa de crescimento do trimestre, vendendo 66,7 milhões de dispositivos, ante 51,8 milhões (aumentando sua participação de 14,4% para 18,2%). O desempenho da empresa aumentou na China para compensar a incerteza nas regiões ocidentais, onde o escrutínio afetou os planos de lançamento de smartphones. O impacto da guerra com Trump faz-se sentir em todo o ocidente, e por mais que a marca diga que não, o mercado continua a espera de ver em loja o novo Smartphone que nunca mais chega.

A Apple caiu três por cento, tendo colocado 45,6 milhões de iPhones, no mercado, mas, apesar da queda, este trimestre foi o “melhor desempenho de crescimento da Apple desde o ano passado” e a empresa, fundadora do conceito Smartphone, está a passar por um periodo de estabilidade muito por conta dos preços do novo iPhone 11 e de uma procura mais acentuada na Ásia e nos Estados Unidos.

Sem polemicas nem surpresas continua a Xiaomi, que mantém o quarto lugar, embora com uma queda de remessas de dois por cento, para 32,3 milhões de unidades. A Xiaomi está a perder terreno na China e na Índia, mercados onde a Huawei se fortalece.




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