HP vai reduzir entre 7.000 a 9.000 postos de trabalho em todo o mundo

Esta restruturação será realizada com a reforma antecipada de alguns trabalhadores, principalmente nos Estados Unidos, e faz parte de um plano que a HP quer levar a cabo já em 2020, e que pretende concluir em 2022.

Simplificar o modelo operacional e tornar-se uma empresa mais digital são os motivos que a administração da HP apresenta para dar inicio a um plano de reestruturação que será executado no seu ano fiscal de 2020 e que afetará de 7.000 a 9.000 funcionários dos actuais 55.000 em todo o mundo.

A HP irá executar este plano “em grande parte”, segundo apurou a ComputerWorld (CW), junto de fontes da empresa nos Estados Unidos, através da “promoção de um programa de reformas antecipadas dos EUA”. Esta acção implicará custos de mil milhões de dólares que serão distribuídos entre o quarto trimestre de 2019 (100 milhões), 500 milhões no exercício fiscal de 2020 e o restante entre os exercícios fiscais de 2021 e 2022, período em que quer executar esta reestruturação. Com este plano, a empresa de tecnologia espera obter uma economia anual da taxa bruta de execução de cerca de mil milhões de dólares até o final do ano fiscal de 2022.

Este plano de reestruturação de três anos é “o resultado do processo de transformação digital que a empresa deu inicio com o objetivo de se adaptar às novas necessidades do mercado e ao ritmo imposto pela nova economia: mais ágil, mais dinâmica e com foco absoluto no cliente”, apontam as fontes CW. Um plano que, esclarecem, as fontes CW, “garantirá que as pessoas sejam tratadas com cuidado e respeito, à medida que este processo de transformação da empresa se desenvolva”.

A Computerworld, tentou junto da HP Portugal perceber que implicações este plano terá para os seus funcionários. Não tendo obtido qualquer resposta.




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