Madeira recebe Apps for Good

Programa Apps for Good pretende que jovens utilizem a tecnologia para resolver problemas relacionados com a sustentabilidade do mundo.

O arquipélago da Madeira vai receber, pela segunda vez, a maior competição nacional pela melhor aplicação criada por jovens para resolver problemas sociais. No quarto e último Encontro Regional da 5ª Edição do Apps for Good, que decorrerá na Escola Secundária Francisco Franco, no Funchal, 10 equipas de jovens entre os 10 e os 18 anos vão participar e demonstrar o trabalho desenvolvido ao longo do ano letivo, apresentando as suas ideias (Apps) que solucionam problemas reais.

O encontro contará com a presença do Diretor Regional de Educação, Marco Gomes, e com um júri constituído por representantes dos apoiantes e parceiros do programa, como José Augusto Martins (Direção Regional da Educação da Madeira), Eduardo Marques e Leonel Nóbrega (Universidade da Madeira), João Pereira (ANPRI), Emanuel Oliveira (Escola Ângelo Augusto da Silva) e Francisco Viana, em representação da Galp, um dos principais parceiros do programa, que conta já com um histórico consolidado de apoio a projetos educativos que tenham como base os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no contexto da Agenda 2030 das Nações Unidas.

As 10 equipas de alunos que participam neste Encontro Regional da 5ª edição do programa irão fazer um Pitch de 3 minutos para o júri e vão apresentar-se a público num Marketplace e, no final, o júri irá escolher a melhor solução tecnológica (1) que estará no Evento Final, no dia 13 de setembro, na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa. 150 equipas de alunos vão participar nos quatro Encontros Regionais – Açores, Valongo, Oeiras e Madeira – e apenas 22 equipas serão escolhidas para a final.

“A Madeira volta a receber o Apps for Good pelo segundo ano consecutivo, o que demonstra a importância e relevância que este programa tem a nível nacional, no sentido em que promove e ajuda a desenvolver a capacidade criativa dos nossos jovens, utilizando a tecnologia como um meio para resolver problemas e causas sociais”, afirma João Baracho, diretor executivo do CDI.




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