O renovado edifício-sede da Microsoft Portugal reflete uma profunda mudança de mentalidades [CIO Podcast]

Uma conversa com Paula Panarra e Miguel Caldas no CIO Podcast.

Ouça aqui o CIO Podcast

A subsidiária portuguesa da Microsoft completa 30 anos em terras lusas no próximo ano. Tendo iniciado a sua atividade no nosso país, no Alto da Barra, em Oeiras, num pequeno escritório onde trabalhavam 30 pessoas. Hoje a Microsoft Portugal é composta no total por cerca de 900 funcionários.

Quando a Microsoft se mudou para o Parque das Nações, em abril de 2012, Claudia Goya, inaugurava um novo conceito, que chamou de Microsoft Lisbon Experience, o edifício tinha então pretensões de ser uma montra viva da mais poderosa empresa de software no mundo. A ideia era colocar a tecnologia ao serviço da inovação, da eficiência, aberta aos agentes nacionais, empresas, instituições públicas, escolas e universidades, organizações sem fins lucrativos, particulares e a todos os interessados em geral. A empresa estava no auge da liderança de Steve Ballmer, e já respirava a sua exuberância. Algumas mudanças de mentalidade começam então a notar-se naturalmente, os serviços ganham espaço ao software, e a cloud inica o seu caminho de protagonista da companhia.

Sete anos depois de inaugurar o edifício instalado no Parque das Nações, a evolução do negócio e os ciclos de Transformação Digital exigiam uma nova arquitetura de espaço. Segundo um estudo interno, realizado através da sensorização e IoT (Internet of Things), revelou que apenas 38% das áreas do espaço anterior eram usadas ativamente pelos colaboradores.

Esta análise determinou a criação de novos espaços, de um aumento da área dedicada exclusivamente a clientes e parceiros e uma envolvência mais familiar, propícia à criatividade e colaboração. O novo espaço tem agora mais de 500 workstations, 105 salas – todas equipadas com o sistema Microsoft Teams Room, com exceção das salas designadas de Phone Booths, pensadas para a realização de chamadas telefónicas.

A nova Casa Microsoft mantém a política de hot seat e clean desk – ninguém tem lugar designado e não existem gabinetes pessoais – e apresenta diferentes tipologias de salas: Phone Booths, Focus Rooms, Conference Rooms, Scrum Rooms – para brainstorm Design Thinking – e Multipurpose Rooms – adaptadas a servir múltiplos propósitos. Saiba tudo na conversa com Paula Panarra e Miguel Caldas no CIO Podcast.

 




Deixe um comentário

O seu email não será publicado