Exercício de cibersegurança à escala nacional evoluiu em 90 incidentes

Durante os últimos dois dias, cerca de 100 pessoas e 48 entidades colocaram sob teste, métodos e procedimentos.

O Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) faz um balanço positivo do “Exercício Nacional de Cibersegurança”, o primeiro realizado à escala do país e que terminou esta quinta-feira.

Nos últimos dois dias cerca de 100 pessoas e 48 entidades públicas e privadas, estiveram a testar os seus métodos e procedimentos, face a 90 incidentes simulados: de phishing, ransomware, ataques DDos, defacement, entre outros.

A iniciativa a partir do Centro Nacional de Cibersegurança, mas abrangeu profissionais no seus habituais postos de trabalho. Participaram no Exercício a SG MAI, EMGFS/CCD, Instituto de Informática SS,IP. , MNE, Turismo de Portugal, Câmara Municipal da Amadora, Governo Regional da Madeira, INFARMED, ERSE, SONAE, ANA, Administração do Porto de Sines e do Algarve, CERT.PT, EDP Distribuição, SIS, MPMA, ISEC, Claranet, Grupo Barraqueiro, COTEC, TAP, ANAC, REN, CMCM, CISCO, CGD, AMA, CEGER, UCP, Montepio, CM Coimbra, GALP, Banco Atlântico, DECSIS, NAV, DOGNAEDIS, Jerónimo Martins, Metropolitano de Lisboa, PSP, Autoridade da Concorrência, BPI, SPMS e Ultra Serviços.

“As 48 entidades participantes, desempenharam as funções de jogadores, moderadores e observadores, juntamente com a Agência Lusa, que jogou o seu papel de orgão de comunicação social, tendo em conta os cenários que foram sendo representados”, refere um comunicado.

O Exercício Nacional de Cibersegurança começou a ser desenvolvido há cerca de seis meses, recorda o comunicado, com a realização de várias conferências.

O contexto envolveu operações de tratamento de registo, análise e mitigação de incidentes de segurança, que foram devidamente analisados e posteriormente resolvidos pelos diversos jogadores. O Exercício Nacional de Cibersegurança começou a ser desenvolvido há cerca de seis meses, recorda o comunicado, com a realização de várias conferências.

Nas mesmas foram considerados objectivos de treino das entidades, de forma a construir uma narrativa fictícia, tendo como finalidade testar situações que podem ocorrer no mundo real, em cada uma destas instituições, explica a nota. O CNCS notou diferentes níveis de maturidade e capacidade, mas considera que “foi dada a oportunidade de agilizar e nivelar procedimentos para colmatar essas diferenças”.

Observa ainda que o exercício teve “forte cariz pedagógico, que serviu para identificar várias lições, que pretendem ser postas em prática para a segunda edição depois de terem sido analisadas e divulgadas perante os participantes as maiores fraquezas”.




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