Bizdirect com facturação de 44,4 milhões em 2017

O volume de negócios cresceu 16%, com a actividade internacional a valer 3,4 milhões de euros.

Sapna Govindji, CFO da Bizdirect

A Bizdirect anunciou nesta segunda-feira ter alcançado uma facturação 10% superior aos seus objectivos no exercício de 2017, ao alcançar 44,4 milhões de euros. O valor revela um crescimento de 16% em receitas. “Em termos de resultado operacional a Bizdirect ficou 53% acima do ano transato, reflexo do crescimento da receita e da evolução positiva da margem nas diversas áreas de negócio”, diz um comunicado.

Em Outubro passado, a empresa revelou ter fechado o primeiro semestre de actividade em 2017, com um crescimento homólogo de 23% face ao ano anterior. A facturação estava 13% acima do previsto, atingindo os 28,8 milhões. 

O negócio internacional representou para a Bizdirect 3,4 milhões de euros, perto de 8% da receita total da tecnológica. Em 2017 o Centro de Competências Bizdirect angariou novos clientes internacionais preservando a base já instalada, acabando o exercício com 32 empresas, de mais de 15 países.

“2017 foi um ano com um desempenho excelente das nossas diferentes áreas de negócio tanto em receitas como em margem. A retoma económica do panorama nacional tem vindo a contribuir para impulsionar o investimento das empresas no mercado português e esse efeito conjugado com o reforço da equipa e reposicionamento dos objetivos das áreas de negócio, levaram a uma evolução geral positiva em todas as áreas”, observa CFO da Bizdirect, Sapna Govindji.

Segundo a nota de imprensa, a actividade da unidade de negócio em cloud computing da Bizdirect cresceu mais de 17%. Alicerçou-se, diz a CFO, na convergência de produtos de hardware e software, de terceiros, uma oferta em cloud.

No mercado português, a aposta da empresa estará focada no desenvolvimento da “oferta de cloud e na área de Soluções com o reforço da aposta na componente de consultoria e processos”, diz João Mira Santiago (Bizdirect)

Para 2018 o CEO da Bizdirect, João Mira Santiago estabelece como objectivo, “extrair um maior valor” do centro de competências em Viseu. Um dos activos “com mais potencial”, na empresa:
Paralelamente, para o mercado português, a aposta da empresa estará focada no desenvolvimento da “oferta de cloud e na área de Soluções com o reforço da aposta na componente de consultoria e processos”.

O CEO acrescenta ainda que organização deverá alargar o seu leque de competências específicas que possam responder aos desafios dos seus clientes e parceiros, acrescenta.




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