ROFF prevê ter 30 consultores na unidade de Bragança

O centro de desenvolvimento, aberto no final de 2017, tem hoje 10 consultores e serve 68 clientes, 70% dos quais são do estrangeiro.

O terceiro centro de desenvolvimento de software da Roff em Portugal, sedeado na cidade de Bragança, tem dez consultores de software. A empresa do grupo Gfi prevê triplicar esse número até final de 2021.

A unidade de desenvolvimento para tecnologia da SAP, (SAP Development Factory), tem 68 clientes, 70% com oriundos de mercados estrangeiros. O centro de Bragança arrancou no final de 2017 tendo como objectivo a produção normalizada de software, à distância, para clientes internacionais.

“A necessidade de alargar as competências e sustentar o crescimento do negócio justificam a ampliação para mais um centro SAP em Portugal”, explica Francisco Febrero CEO da ROFF. Um dos factores que levou a ROFF a optar por esta cidade foram os apoios locais oferecidos.

Outro é conhecimento a empresa pode precisar do Instituto Politécnico de Bragança, explica o responsável. Um estudo prévio permitiu à ROFF concluir que o Instituto Politécnico de Bragança e a Câmara Municipal de Bragança, em conjunto com o apoio da sociedade privada que gere o Brigantia EcoPark – Parque de Ciência e Tecnologia, respondiam positivamente a todos os requisitos para instalar a unidade.

Os centros de desenvolvimento de Lisboa, Covilhã e Bragança prestam serviços de planeamento, construção e implementação das aplicações, que incluem processos de análise funcional e de design, análise técnica, construção e teste.

Além das garantias de formação de qualidade nas áreas de informática havia necessidade de um conjunto de infra-estruturas de suporte. Actualmente, os centros de desenvolvimento de Lisboa, Covilhã e Bragança prestam serviços de planeamento, construção e implementação das aplicações, que incluem processos de análise funcional e de design, análise técnica, construção e teste.

Os três funcionam de forma coordenada juntamente com aqueles mantidos no Brasil e México. Todos juntos constituem uma equipa que se dedica à produção de software, de forma a impulsionar a estratégia de internacionalização da empresa através da prestação de serviços em regime de nearshoring.




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