Adquirir competências em JavaScript é aposta de futuro

São aquelas com maior potencial para a carreira de profissionais de TI, especialmente programadores, juntamente com as capacidades de programação profunda, diz a Hays.

Há múltiplas áreas nas quais se prevê ser mais relevante os profissionais de TI adquirirem competências, sobretudo para o futuro da sua carreira. Mas, e em particular para os programadores, as centradas na linguagem JavaScript, estão a ganhar importância, considera a Hays.

Assim, como as capacidades de programação profunda, acrescenta. Na base da tendência está, justifica, o maior investimento das empresas na melhoria das experiências do seus clientes.

Grande parte das organizações quer fazer isso recorrendo ao desenvolvimento e desenho de suportes à experiência de utilização, e interfaces de utilizador. “As competências em JavaScript são talvez as mais importantes que uma programador precisa de desenvolver para o futuro previsível”, observou Adam Shipley, director regional sénior na Hays.

“Devem procurar adquirir experiência em desenvolver aplicações com essas tecnologias num ambiente empresarial, particularmente com [tecnologia] Node.JS, Angular.JS e React.JS”, especifica. Em Janeiro, a Hays divulgou seu estudo, “Specialist Recruitment”, no qual assinala que as capacidades de programação em PHP e Drupal (sobretudo nas grandes empresas), eram só duas, daquelas mais procuradas em programadores.

No geral, e à escala mundial,  o conjunto das outras habilitações inclui aquelas focadas na cibersegurança, BI, ciência dos dados e BIg Data, DevOps, de acordo com a Hays. A transformação digital e os desafios de gestão de dados estão a incrementar a concorrência na contratação de recursos humanos, confirma a Hays. Segundo a consultora focada nesta área empresarial e as habilitações para desenvolvimento de software são essenciais na maioria das áreas com mais oportunidades.

Hays aconselha os profissionais mais ligados à área de BI e analítica a  manterem um conjunto amplo de competências em tecnologia, estatística e envolvimento com partes interessadas (do projectos).

“Não são apenas as organizações digitais nativas que estão a adoptar as últimas tecnologias transformadoras. As organizações mais tradicionais estão a fazer investimentos estratégicos para garantir permaneçam relevantes no mundo digital”, diz Shipley.

A Hays diz que as grandes organizações estão interessadas em contratar especialistas em cibersegurança, particularmente as do sector financeiro e e do retalho. Na área de BI, a consultora especifica que as empresas estão mais envolvidas na protecção, gestão e exploração dos seus dados.

Os candidatos com habilitações em BI estão a ser muito procurados para ajudar a impulsionar a tomada de decisões operacionais. Com o volume de dados a crescer continuamente juntamente nas organizações, a par da implementação de aprendizagem automática e análises preditivas, a Hays também acredita na criação de uma série de novas competências e cargos. Por isso, aconselha os profissionais mais ligados a esta área a manterem um conjunto amplo de competências em tecnologia, estatística e de envolvimento com partes interessadas.


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