Patrões querem JavaScript e programadores preferem Python

A procura de programadores “fluentes” em React.js, Angular e Node.js também é significativa, mas há menos programadores com essas competências.

As competências em linguagens de programação JavaScript, Java, Python, C ++ e C ‒ por essa ordem ‒ surgiram no topo da lista sobre o tema numa pesquisa da HackerRank. Mas os programadores estão mais interessados em aprender Python, Go e Kotlin, segundo aekas

O estudo , realizado já em Outubro de 2017, não descobriu nenhuma discrepância entre as competências em idiomas que os empregadores querem e aquelas mantidas por programadores. Muitos planeiam aprender a Go, Python, Scala, Kotlin e Ruby.

A HackerRank observou que a preferência linguística varia de acordo com o sector. A Java, por exemplo, é preferida nos serviços financeiros há anos, enquanto a C domina no desenvolvimento de hardware.

A empresa também descobriu diferenças quanto às matrizes de JavaScript exigidas por empregadores a aquelas conhecidas por programadores:

‒ a biblioteca React JavaScript UI apresentou o maior delta entre interesses de empregadores e programadores , com cerca de 37% empregadores a pedirem competências em React, mas apenas cerca de 19% dos programadores a apresentarem esse conhecimento;
‒ para Angular, a diferença foi menor, com cerca de 39% dos empregadores interessado e aproximadamente 32% com habilitações para essa matriz;
‒ para Node.js, a diferença foi de cerca de 38% a 30%.

Dos 39 441 programadores inquiridos, sete mil eram gestores de contratação de técnicos, a quem HackerRank também questionou sobre esta última actividade.

Outras conclusões do inquérito:

‒ os programadores começam cedo a sua actividade: mais de um quarto dos inquiridos desenvolveram o seu primeiro código antes dos 16 anos de idade.
‒ a habilidade na resolução de problemas são as mais procuradas pelos empregadores, mais do que a proficiência na linguagem, na depuração ou no desenho de sistemas.

‒ 67% dos programadores apresentem formação académica em ciência da computação, cerca de 74% disseram que eram pelo menos parcialmente auto-didatas.

‒ em média, os programadores conhecem quatro linguagens, mas querem conhecer mais quatro.




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