DefinedCrowd coloca serviço de cloud para IA no mercado

A startup de origem portuguesa passou a disponibilizar em SaaS, uma plataforma de recolha e preparação de dados para inteligência artificial (IA).

 

Daniela Braga, CEO da DefinedCrowd

A DefinedCrowd colocou na última terça-feira a sua nova oferta no mercado, já em versão de produção, um serviço de SaaS para operações de inteligência artificial. O serviço permite recolher, enriquecer e estruturar dados, resume a startup de origem portuguesa com sede em Seattle.

Com a solução, a empresa procura responder à necessidade de as organizações obterem dados com qualidade para treinar modelos de IA e aprendizagem automática. A plataforma, segundo o fornecedor, permite criar projetos a partir de modelos personalizáveis.

Oferece controlo sobre o progresso do mesmo, através de indicadores de qualidade e performance. Os clientes poderão ainda aceder aos dados através de uma API, preparada para ligar directamente a solução às infra-estruturas dos clientes utilizadores, diz a DefinedCrowd.

Este recurso permite ter  “um fluxo permanente de dados durante as várias etapas dos sistemas – desde o “model bootstrapping” até ao ciclo de feedback e testes”. Potenciais clientes interessados em obter conjuntos de dados com qualidade poderão fazê-lo através do site da empresa, no qual são apresentados os diferentes modelos de subscrição.

A startup gere ainda uma comunidade de recolha de conhecimento e monitorização humana, para treino de sistemas de inteligência artificial, a Neevo by DefinedCrowd.

“Depois de dois anos de trabalho nesta solução, é com muito orgulho que lançamos a nossa plataforma SaaS para o mercado, que inclui funcionalidades desenvolvidas para facilitar a vida dos ‘data scientists’”, comenta Daniela Braga, CEO e co-fundadora da startup.  A empresa tem desenvolvido a sua actividade particularmente focada em tecnologias de fala e processamento de linguagem natural.

Mas também desenvolve ferramentas para visão computacional, reconhecimento de imagem e outros ambientes de aprendizagem automática. Estes modelos de interacção homem-computador são dirigidos a diversos segmentos de mercado, incluindo os de apoio ao cliente, indústria automóvel, energia, fintech, retalho, Saúde, entre outros.

A startup gere ainda uma comunidade de recolha de conhecimento e monitorização humana, em crowdsourcing, para treino de sistemas de inteligência artificial, a Neevo.




Deixe um comentário

O seu email não será publicado