5 sugestões para acelerar a contratação

Veja como manter a empresa competitiva no processo sem comprometer a qualidade da experiência.

As competências em TIC estão com procura em alta e os candidatos tecnológicos com as habilitações mais requisitadas podem ter várias ofertas de emprego ao mesmo tempo. Quando uma empresa procura preencher uma lacuna nos recursos humanos técnicos, precisa de ter certeza de que age rapidamente para fazer uma proposta antes de outra organização.

Mas não precisa de “comprometer a qualidade” para acelerar seu processo, considera Tom Gimbel, fundador e CEO da LaSalle Network. “As empresas preocupadas com a sua cultura organizativa ainda podem realizar várias rodadas de entrevistas para determinar o candidato mais ajustado.

No entanto, dado estarmos num mercado com escassez, os gestores de contratação percebem que precisam de agir rapidamente para obter o melhor talento”, nota.

Apesar disso há cinco recomendações que podem facilitar essa gestão.

Manter o contacto

Os gestores podem certificar-se de que cada candidato tem um entendimento claro do processo de entrevista e do tempo que demora. Importa oferecer antecipadamente software que possam precisa para desenvolver uma por vídeo-conferência, se precisam de enviar um portefólio ou se a empresa precisar de mais referências.

A empresa deve confirmar com os candidatos quando o processo ou agenda prevista mudar, diz Gimbel. Se um candidato não pode vir ao escritório ou se um planos de viagem de última hora, interferirem com uma entrevista agendada, deve evitar-se adiar a reunião para uma data posterior.

Mais vale recorrer a serviços de video-conferência como os do Skype ou o FaceTime, Pode-se planear uma entrevista posterior se a primeira correr bem.

Simplificar a tecnologia

Se a empresa se basear em múltiplas plataformas de recursos humanos para gerir candidaturas, deve consolidar “logins” e eliminar aplicações ou software redundantes. Quanto mais redundâncias administrativas ou bloqueios se puder eliminar, melhor.

Mesmo algo tão simples como “entrar e sair dos sistemas” pode levar a atrasos, diz Rosemary Haefner, CHRO da CareerBuilder. Uma solução fácil será investir numa plataforma que “permita um ‘login’ para múltiplas funções”.
Novos produtos e serviços são constantemente lançados e por isso é possível descobrir algum que pode substituir vários aplicações ou serviços adoptados no passado.

Simplificar o processo de candidatura

Hoje, os candidatos usam dispositivos móveis para encontrar e candidatar-se a empregos e isso significa que esperam uma experiência compatível com dispositivos móveis. Se o processo de candidatura é confuso ou moroso, há o risco de se perder potenciais candidatos.

“Instruções de candidatura pouco claras, um site de carreiras que não está optimizado para smartphones ou que obrigue a inserir novamente informações de um currículo já carregado, contribuem para uma má experiência de candidatura ‒ um problema comum que pode custar a uma empresa mais do que apenas algumas submissões”, diz Haefner.

A tecnologias actuais facilitam a criação de um portal de candidatura online menos complicada. E pode-se mesmo confiar em serviços como os da LinkedIn ou outros sites de emprego, que permitem candidaturas com poucos cliques.

Faça da contratação uma prioridade

Nem todas as empresas possuem pessoal de contratação dedicado, mas se um responsável estiver a gerir “com malabarismos múltiplas prioridades, prazos de entrega durante um processo para preenchimento de posições abertas”, pode bloquear o processo, alerta Gimbel.

Ao tentar-se contratar candidatos com habilitações competitivas, pode ser preciso mudar o volume de trabalho para tornar a contratação uma prioridade máxima. Haver externalização da contratação e menos carga de trabalho para os gestores de recrutamento, ajuda a obtenção mais rápida de profissionais .

Usar referências

Verificar as referências de um candidato é geralmente o último passo no processo de contratação – mas não precisa de ser. É útil chegar às referências anteriores na fase de entrevista. Dará uma boa ideia do ajuste necessário a um candidato antes de se investir muito tempo nele.

“As referências devem ser uma parte crucial do processo de contratação, não um elemento a verificar. Quando se gosta de um candidato, deve-se falar de referências imediatamente. Validam a sua opinião ou dizem para abandonar a ideia “, diz Gimbel.

Mesmo que demore uma ou duas etapas para acelerar o processo de contratação isso pode fazer a diferença na rapidez com que se melhora a oferta final. Não é preciso apressar os candidatos, mas caso se possa encurtar a agenda prevista, há terá melhores hipóteses de conseguir as suas melhores escolhas.




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