Tiago Martins de Oliveira vai liderar Estrutura de Missão para Fogos Rurais

O investigador e especialista em gestão de risco vai liderar a estrutura de missão para a instalação do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais.

Tiago Martins de Oliveira, unidade de missão para a instalação de um sistema de gestão integrada de fogos

Tiago Martins de Oliveira, 48 anos, vai presidir à nova estrutura que visa a instalação de um Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais. Esta esttutura, dependente do primeiro-ministro, nasceu no Conselho de Ministros de Sábado.

O especialista na ciência do risco irá ser responsável pela unidade durante os próximos 14 meses e, sabendo que não vai ser fácil, acredita que é possível ter um papel  como “catalisador da mudança”, à frente de um equipa.

“Há 20 anos, estava longe de poder imaginar que a experiência que hoje acumulo, o saber fazer operacional aliado ao conhecimento científico na ciência do risco, pudesse ser útil ao meu país neste momento tão difícil”, disse Tiago Martins de Oliveira na toma de posse.

O especialista foi um dos coordenadores da proposta técnica para o plano nacional de incêndios florestais que foi entregue ao Governo em 2014, e que não foi desde então utilizado.

“É possível fazer melhor, ser mais eficaz, com uma estratégia colaborativa concretizada de forma consistente no espaço e no tempo. A urgência de diminuir as ocorrências passa pela mudança de comportamento em relação à floresta e às práticas de risco”, Tiago Martins de Oliveira.

“Acredito que é possível fazer melhor, ser mais eficaz, com uma estratégia colaborativa concretizada de forma consistente no espaço e no tempo. A urgência de diminuir as ocorrências passa pela mudança de comportamento em relação à floresta e às práticas de risco”.

Tiago Martins de Oliveira, licenciado e doutorado em engenharia florestal, irá liderar a unidade de missão que será responsável pelo novo modelo de gestão de combate aos incêndios, até Dezembro de 2018. A estrutura de missão funcionará na dependência do líder do executivo.

Estado quer 54% do SIRESP

O Estado anunciou esta segunda-feira que pretende ser detentor de 54% da rede do Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP). O novo ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, disse que “estão a decorrer trabalhos que visam a reestruturação da estrutura accionista, de modo que o Estado tenha uma palavra decisiva na gestão da SIRESP SA, que passa por assumir 54% do capital social do SIRESP”.

A decisão foi tomada no Conselho de Ministros de sábado, disse o responsável na sua primeira intervenção pública no novo cargo.




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