ROFF fica por Singapura “a médio prazo” na Ásia

O escritório aberto pela ROFF na cidade-Estado será dirigido por Marta Pimenta e começa a actividade contando com 12 consultores mantidos pela empresa na Ásia.

Francisco Febrero, CEO da ROFF

Na abertura de mais um escritório na Ásia, o CEO da ROFF, Francisco Febrero quer um elemento para disseminar a cultura da empresa portuguesa, integrada no grupo Gfi. Marta Pimenta tem o “histórico” capaz de oferecer garantias nesse sentido.

A dois anos a facturação da empresa no mercado asiático deverá representar 10% do total, espera o responsável.

Computerworld ‒ A operação em Singapura abre com quantos consultores?

Francisco Febrero ‒ A operação em Singapura irá abrir em estreita ligação com a operação em Macau. Numa primeira fase, contamos com aproximadamente 12 colaboradores dedicados na Ásia, parte deles em Singapura, sendo que contamos que este número suba num prazo muito curto.

CW ‒ Será preferencialmente dirigida por um executivo asiático ou será português?

FF ‒ A operação será dirigida numa primeira fase por Marta Pimenta, uma portuguesa. Singapura é um país muito receptivo a estrangeiros e acreditamos que, mais do que ser português, é bastante importante e relevante ser alguém com histórico na ROFF. Alguém em quem confiamos também para disseminar os valores, missão e cultura ROFF.

CW ‒ Que outros países asiáticos estão em perspectiva para receber um escritório? O mercado australiano e indonésio como tendem a ser abordados? Com presença local ou a partir de Singapura?

FF ‒ Na Ásia contamos já com escritório em Macau, que actualmente já suporta os clientes que temos com presença em vários países asiáticos, pelo que os nossos consultores têm a necessidade de acompanhar localmente projectos que aí se desenvolvam. O escritório de Singapura virá, portanto, também reforçar esse serviço e não prevemos novas aberturas de escritórios nesta região a médio prazo.

CW ‒ Quanto representa o mercado ssiático no negócio da ROFF?

FF ‒ O negócio no mercado asiático está a crescer para a ROFF e prevemos que represente 10% da facturação dentro de dois anos.

CW ‒ Quanto deverá crescer o mercado asiático de aplicações de negócio que possa ser abordado com tecnologia SAP? Com base em que consultoras?

FF ‒ O nosso principal parceiro, a SAP, está a lançar novos produtos, os serviços SAP estão a crescer nos principais mercados e particularmente no mercado asiático o crescimento é muito significativo. Estamos muito entusiasmados com esta abertura, porque irá abrir excelentes oportunidades para a ROFF em mercados de grande potencial.

CW ‒ Que características específicas nota no mercado asiático? Em que segmentos tecnológicos se vê maior procura?

FF ‒ Os serviços de cloud e mobilidade da SAP estão a ter grande procura. Sentimos também um interesse muito grande por parcerias com empresas com “track-record” de projectos bem-sucedidos, com recursos altamente qualificados, experimentados e que tragam o seu portefólio de soluções para estes novos mercados.

Acho que neste particular, a ROFF poderá aqui encontrar espaço para desenvolver a sua actividade com sucesso e almejar o ambicionado crescimento.




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