47% das empresas acha que vai falhar prazo para o RGPD

Quase um terço (32%) dos inquiridos duvida da capacidade da tecnologia usada, para gerir os seus dados eficazmente, diz um estudo mundial da Veritas.

Cerca de 47% de empresas inquiridas para um estudo mundial da Veritas, parceira da Cesce, duvida que consiga cumprir o prazo estabelecido pela Comissão Europeia para estarem em conformidade com o novo Regulamento Geral de Protecção de Dados.

A maioria está preocupada com facto de não conseguirem cumprir com as exigências estabelecidas e que passam a ter aplicação obrigatória a partir de 25 de Maio de 2018. Para o trabalho, “The Veritas 2017 GDPR Report”, foram entrevistados mais de 900 decisores séniores, na Europa, EUA e região da Ásia-Pacífico.

Perto de 21% manifestaram-se preocupadas com potenciais despedimentos ou dispensas temporárias, como resultado de penalizações financeiras ligadas a incumprimentos face ao RGPD. Segundo o estudo, do fornecedor de tecnologia de protecção de dados, muitas empresas parecem estar a enfrentar sérios desafios, para compreender três aspectos fundamentais para a conformidade:

‒ quais os dados que armazenados;
‒ onde estão;
‒ qual a relevância dos mesmos para a empresa

Quase um terço (32%) dos inquiridos receiam que a tecnologia que utilizam actualmente não seja capaz de gerir os seus dados eficazmente. Mais empresas, 39%, até consideram que não conseguem identificar e localizar dados relevantes com precisão. A capacidade ganha maior relevância com o RGPD, porque as empresas devem poder fornecer aos indivíduos uma cópia dos seus dados, ou apagá-los, no prazo de 30 dias, por exemplo.




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