“Contratamos o triplo das pessoas ou automatizamos tudo”

Na Lusiaves, o CIO Paulo Gaspar lidera uma transformação que envolve montar uma nova arquitectura de SI. É a fundação para uma maior capacidade de inovação e crescimento, diz.

Paulo Gaspar, CIO da Lusiaves

O grupo Lusiaves quer investir cinco milhões de euros nos próximos dois anos em projectos de TIC, incluindo a contratação de recursos humanos. O plano de investimentos, segundo o CIO da empresa, Paulo Gaspar, tem como objectivos de negócio manter o crescimento da organização na ordem dos dois dígitos.

E para conseguir isso o grupo ou contrata o triplo de trabalhadores ou automatiza processos. A segunda opção ganhou maior apoio e com a transformação prevista, o CIO promete um enorme suporte em TIC para a inovação.

Computerworld Os cinco milhões de euros que a Lusiaves prevê investir em tecnologias, durante 2017 e 2018 refere-se a TIC ou outras?

Paulo Gaspar  Nesse orçamento estão incluídas toda a equipa necessária, que temos de fazer crescer para executar o nosso plano. Inclui ainda software, licenciamentos, equipamentos de telecomunicações e datacenter. Mas não inclui “sensorização” de fábricas porque muitas até já estão.

As máquinas que compramos já vêm com sensores e software. E isso entra no orçamento das operações.

O investimento previsto está planeado para fazer as coisas acontecerem do ponto vista da informação de gestão e garantir que o software está actualizado para a transformação.

CW A equipa deverá passar a ter quantas pessoas?

PG  Somos dez e queremos duplicar esse número. Até final de 2017 devemos ter mais cinco a seis pessoas e depois em 2018 devemos chegar às 20, à medida que vamos desenvolvendo aplicações específicas depois da base dos sistemas ficar pronta. Serão aplicações de optimização de negócio e processos que nos vão obrigar a ir ao mercado.

Contudo não vou ter alguém interno só para a olhar para sensores. Vou ter um administrador de redes, tudo o que é gestor crítico fica dentro de casa, mas os músculos posso ir buscar fora.

CW – Quando querem começar com um esforço de desenvolvimento de software, mais acentuado?

PG  Este ano ainda estamos a trabalhar na base. Portanto só no próximo ano.

CW Como convenceu o CFO a investir em mais recursos humanos para as TIC?

PG  Há uns anos o departamento de TI praticamente não existia no grupo. À medida que fomos buscar responsabilidades para a nossa área fomos vendo que não estávamos a zero.

CW Mas antes quem tratava da “sensorização” e projectos de TIC?

PG  Os recursos estavam muito distribuídos até pelas operações. Só recentemente temos um departamento de TI centralizado, que define regras e constrói a base sobre a qual outras equipas constroem e ficam donas dos sistemas.

Acho que este modelo de descentralização é o ideal, com um núcleo central. Dentro do grupo temos actividades muito diversas desde o cultivo de milho para alimentar as aves à preparação de ovos para criação de galinhas.

Em cada uma há necessidades operacionais muito concretas.

CW A sua estratégia é centralizar as TI. E depois as outras equipas, quando precisam de alguma coisa, como procedem?

PG  O meu trabalho tem sido o de construir a equipa de TI, definir a base dos sistemas, implantá-la, e definir a governação para garantir que temos os dados seguros e consistentes. O nosso trabalho do ano passado foi de preparação e teste para agora executar em dois anos.

Envolveu saber qual o software a escolher e que arquitecturas de rede implementar.

CW Como tem feito isso?

PG ‒ De várias formas. Implantamos o Workplace para melhorar o ambiente de produtividade do trabalhador e melhorar as interfaces com os departamentos, para melhorar a comunicação interna.

Iniciámos há pouco o projecto de implantação de S4Hana para redefinir tudo o que é processo administrativo.

CW ‒ Quando deverá terminar esse projecto?

PG  No próximo ano.

CW Não é suposto ser simples de implantar?

PG  Não é nada simples [no nosso caso]. Não é que não seja simples…

CW Quais são os principais desafios?

PG  Os principais desafios não têm a ver como software. Um projecto de implementação de um ERP da forma como estamos a fazer, transversal a todas as empresas do grupo, acaba por ser quase tudo menos um projecto tecnológico. É acima de tudo um projecto de reinvenção de processos de negócio, envolve harmonização de processos.

CW Estão a implantar os processos pré-definidos no S4Hana?

PG  Vamos adoptar todas as boas práticas para aquilo que é o nosso negócio e outras componentes. E sim, muitas delas vêm pré-definidas no software. Outras têm de ajustadas.

CW Muito?

PG  Ainda não temos a visibilidade total sobre isso, mas a nossa esperança é que não, que haja muito pouca parametrização.

CW E estão dispostos a redefinir os vossos processos?

PG  Sim, nós sabemos que os nossos processos estão ajustados à nossa realidade de hoje. Mas são antiquados e ao movermo-nos para uma mais moderna temos de actualizá-los.

E vemos dentro do grupo vontade dos trabalhadores para mudar o que até não é muito normal. E aí acho que estamos a fazer um grande trabalho de comunicação. Fizemos um grande lançamento do projecto com mais de cem pessoas, dos mais diversos departamentos, que vão estar envolvidos nele.

CW Está estruturado como?

PG  Temos a área de compras, de vendas, administrativa, incluindo os processos financeiros, e uma consolidação numa camada acima.

CW A quantos sistemas legados vai o ERP buscar informação?

PG  Actualmente nós temos 26 instâncias de ERP diferentes de 31 empresas. Temos desde Sage, PHC, Primavera, entre outros.

CW Mas vão manter-se?

PG  Não. A ideia é que o S4Hana seja o ERP base. É partir do zero, para implantar este ano e no próximo.

CW Isso vai ser feito com consultoria de quem?

PG  Há várias, mas a Deloitte trata da parte de SAP. No entanto, temos uma mentalidade de startup. Queremos fazer nós o que é preciso fazer. Entendo que as empresas têm de ser cada vez mais tecnológicas e externalizar esse conhecimento não é prática que nos sirva para o futuro. Temos capacidade.

CW Como é que convenceu a administração disso?

PG  O presidente está plenamente de acordo e eu não tracei a estratégia sozinho. Foi com a minha equipa e todo o conselho de administração da Lusiaves.

Estão todos conscientes de que temos de transformar o grupo numa empresa digital, para optimizar os processos de modo a entregar os nossos produtos a bom preço e de forma segura.

CW Que outros parceiros estão a ajudar-vos nos projectos?

PG  Na integração temos a Dell e outros mais pequenos para as áreas de redes, datacenter. Com a Nos tratamos da estrutura de fibra e conectividade.

CW O S4Hana vai ser implantado totalmente em cloud computing, num modelo híbrido ou privado?

PG ‒ Não será na cloud da SAP, que é muito cara. Mas nós já estamos em cloud desde 2009.

CW Que lições pode partilhar sobre isso?

PG  A nossa experiência tem sido muito boa. Retira-nos uma preocupação muito importante, por não precisarmos de uma equipa grande, dedicada a manter sistemas que não trazem valor ao negócio.

Ao longo destes anos não tivemos nenhum problema que nos afectasse o negócio de forma relevante. Já temos cerca de 70% dos nossos servidores em cloud e nos próximos dois anos queremos chegar aos 95%.

Os servidores de fábrica são os únicos que ficam de fora numa lógica de “edge computing”.

CW Que desafios tiveram na migração para cloud computing?

PG  Um deles é que a parte de redes não preparada em muitos sítios para suportar a migração. Tivemos de renovar equipamentos e reforçar a fibra para termos os débitos necessários.

Por vezes tínhamos situações em que a rede local era de 1 Gbps, mas depois para a cloud era de 5 Mbps.

CW Qual é a receita para uma boa experiência com cloud?

PG  Preparação de projecto. Identificar todas contingências, falar muito com o pessoal das operações, acima de tudo. Ver bem os “planos B” perceber em que horários haverá menos impacto se algum processo correr mal. É um factor crítico.

Ter a equipa disposta a vestir a camisola para resolver percalços. Contratar os parceiros certos para ajudar.

CW Qual é o vosso fornecedor de cloud?

PG  Nós actualmente usamos a cloud da Nos, mas já temos alguns volumes de trabalho na AWS. Cada vez mais, o modelo ideal será o híbrido.

CW Um ambiente mais privado e outro público?

PG  Não, estamos sempre em infra-estrutura pública. Acredito piamente nessas, em fornecedores nacionais ou internacionais, porque considero que aí é que está a economia de escala e à partida mais segurança e capacidade de expansão.

Temos determinados volumes em Portugal, porque faz mais sentido, é mais barato e levar esses serviços para AWS não traz grande valor.

CW Quais são?

PG  Os servidores normais, se tivermos um ERP a correr em Portugal, tendo em conta a nossa arquitectura de sistema, não faz sentido ir para a AWS, porque implica reformular aplicações.

CW E o que é que têm na AWS?

PG  São mais os volumes assentes em “serverless computing”. Em que começamos a usufruir de serviços, de máquinas virtuais, como bases de dados e datawarehouse como serviço.

Este é o equilíbrio ideal, fornecedores locais com a infra-estrutura pública, serviços mais próximos de nós e latências mais baixas ‒ nos datacenters em Portugal as infra-estruturas são muito boas. Depois temos um fornecedor com serviços muito específicos (no estrangeiro).

Gerimos ainda o “edge computing” para as aplicações de fábrica como na Racentro – Fábrica de Rações do Centro. Aí as questões de latência são muito importantes e as quantidades de dados são muito grandes e não vale a pena extrair de lá para a cloud. Só um resumo.

CW ‒ O “edge computing” justifica-se só pelo problema da latência?

PG  Não, é muita coisa. Gestão de risco, por exemplo. Porque apesar de já termos fibra redundante nas instalações há sempre o risco de os operadores falharem e não podemos ter as fábricas paradas. É também importante para o controlo dos autómatos e PLC (Programmable Logic Controller).

E à medida que vamos acrescentando sensores vamos criando “gigas” de informação e daqui a uns anos talvez terabytes de informação por dia. Não é viável passar tudo para uma plataforma de cloud.

CW Quais os maiores desafios que têm enfrentado no edge computing?

PG  Os custos de implementação. Porque para implantarmos uma infra-estrutura numa fábrica precisamos de boa cablagem de rede na fábrica. Por causa disso estamos a reformular muitas.

Depois precisamos de bons servidores que para funcionarem precisam de bons bastidores com controlo de acesso, e até videovigilância, dispositivos de extinção de incêndio… Estamos com um projecto para instalar os chamados “cofres” com isso tudo.

Mesmo que a fábrica arda temos os dados seguros. Queremos fazer este ano os primeiros investimentos, mas é tudo caro, mesmo com a virtualização a trazer alguma eficiência.

As aplicações ainda não estão preparadas para isso e vai demorar tempo prepará-las

CW O vosso plano é mesmo para dois anos?

PG  O meu é de dois anos, mas a transformação vai durar mais. A instalação do núcleo, a infra-estrutura técnica é para esse período.

CW Que tempo e recursos ficam para a inovação?

PG ‒ Temos vários casos. A parceria como Politécnico de Leira e com a Deloitte correu muito bem. [A Lusiaves desenvolve um projecto-piloto com alunos do Instituto Politécnico de Leiria visando a produção de um protótipo de sensor para quantificar a quantidade de ração que é transportada nos camiões com uma app que dá essa informação aos motoristas].

Promovemos um hackathon em que disponibilizamos as API do grupo para os alunos de mestrado possam desenvolver novas soluções. E depois recorremos ao outsourcing. Internamente estamos a fazer algumas sessões de “design thinking”, nas quais os departamentos são estimulados a pensar nas aplicações ideais para resolver os seus problemas.

CW Quais são?

PG  Há várias. Sabemos que precisamos de um bom assistente pessoal digital para os motoristas, capaz de os ajudar a perceber para onde têm de ir. Preparado também para, em caso de avaria, pedir auxílio, com sistema associado para fazer o redireccionamento de camiões de modo a compensar na entrega de produtos.

Estamos a analisar soluções para optimização de rotas e já temos de frotas. Precisamos de decidir se desenvolvemos internamente ou se compramos. É necessário que dê visibilidade sobre volumes transportados, sobre rotas, sobre custos ou tempo de entrega, entre outros.

CW Mesmo assim não seria útil ter um modelo de interacção com as startups?

PG  Sim, nós já abrimos a nossa infra-estruturas a startups de entregas, que nos vêem como parceiros. Há também outras da área da agricultura pecuária com projectos interessantes.

CW A fábrica da Racentro está sensorizada há 15 anos. Mas que retorno é que a Lusiaves já tem da recolha dessa informação?

PG  Já começamos a fazer, por exemplo, manutenção quase preditiva. Somos capazes de saber quantas rotações é que um motor já teve e já sabemos que depois de certo número, com meia carga ou completa, ou depois de certo tempo, precisamos sempre de fazer qualquer coisa.

Já vamos buscar informação aos sensores máquinas. E temos outro fluxo com estatísticas de produção.

CW Mas é mesmo valiosa?

PG  Depende. É tão valiosa quanto as pessoas conseguirem olhar para os elementos e tirar benefícios.

Remetemos os dados para a plataformas de BI e a informação obtida ajuda-nos a gerir a fábrica de melhor forma e a reduzir custos com os de electricidade.

CW E com o S4Hana têm a expectativa de fazer mais?

PG  Será mais na parte administrativa, financeiras e compras. A nossa componente de Big Data está concentrada no datawarehouse onde temos a camada de visualização com a plataforma de BI.

E aí é que temos visualizações enriquecidas, com vários filtros e em tempo real para obtermos perspectivas diferentes.

CW O grupo também vai adoptar uma nova arquitectura de sistemas?

PG  Muito ou pouco digitalizadas, um dos grandes problemas que as empresas têm, é o de garantir que a melhor aplicação que escolherem para a gestão de recursos humanos, por exemplo, “fala” com a de gestão de recursos humanos. É um problema muito grande.

A nossa abordagem tenta resolver isto com uma plataforma de integração única para todo o grupo. Estamos a adoptar uma estratégia muito virada a aplicações específicas com âmbito de uso muito restrito para determinada função.

Ou seja, cada uma só com uma finalidade. O S4Hana só vai tratar da parte financeira. E começamos a criar uma rede de aplicações orquestrada pela camada de integração.

Isso permite um grau de integração entre aplicações muito grande e permite criar uma série de camadas de abstracção entre os diferentes serviços. Possibilita ainda criar serviços globais independentes dos sistemas instalados por baixo.

Se tenho uma aplicação que precisa de emitir facturas só invoca um serviço para isso. Esta rede vai também permitir um ritmo de inovação brutal.

Para integrar uma aplicação só preciso de ligar às “fichas” pré-definidas e aceder muitos sistemas diferentes com esforço muito pequeno.

CW É semelhante às arquitecturas de Web Services e SOA, não é?

PG  Diria que é mais uma nova geração desse tipo de arquitecturas. Seguimos muito o exemplo da Netflix e da AWS que transformaram todas as componentes do negócio em API, que podem utilizadas por outros sistemas.

No passado as dificuldades surgiram quando de repente tinham cem aplicações e precisava de colocá-las a falar umas com as outras. Ou ligavam-nas ponto a ponto umas às outras, ou ligo a uma “coluna vertebral”. Mas no passado essa coluna estava a fazer ligações ponto a ponta na mesma. A flexibilidade e escalabilidade era zero.

O paradigma da nossa arquitectura envolve criar camadas de abstracção.

CW Existe na vossa organização, conforme prevêem muitos analistas, uma maior convergência das equipas de operações com as de TI?

PG  Construímos a estratégia com eles. As necessidades de negócio lideram a agenda de TI.

CW O que faz isso funcionar bem, na sua opinião?

PG  É muito importante manter canais de comunicações abertos com os responsáveis das operações. E comunicar tudo o que se vai fazer conforme é executado.

Garantir que o meu plano é percebido e aceite por eles é fundamental. Trazemos sempre as diferentes áreas de negócio para reuniões que fazemos com os fornecedores e de projecto.

Como temos uma equipa pequena e delegamos parte do trabalho para nos ajudarem. Quando vêem que haverá de facto uma melhoria, querem estar envolvidas, para também poderem dizer que participaram.

Um dos factores de sucesso que notamos é a formação das pessoas, com vontade de aprender e disponíveis para a transformação.

CW O que pode partilhar do vosso caminho para empresa da Industria 4.0?

PG  Com as iniciativas do Governo, noto uma maior consciencialização de mais empresários portugueses, preocupados com a questão das TI, o tema da optimização de processos, por via da implantação de aplicações e software. Começamos a ver uma cultura de startups a implementar-se.

Não querem contratar pessoas para resolver os problemas ou suportar aumentos de produção. Em vez disso consideram antes a implantação de software com automatização e isso traz uma nova capacidade ao tecido empresarial português.

Mas já há muito exemplos em Portugal.

CW Quais são os factores de sucesso na transformação que nota na Lusiaves?

PG ‒ Um dos factores de sucesso que notamos é a formação das pessoas, que as mantém com vontade de aprender, participar e disponíveis para a transformação.

É importante sensibilizar mostrando bem a visão daquilo que é possível acontecer se fizerem a mudança. Mas a experiência de utilização também teme de ser satisfatória para a transformação digital funcionar bem.

A facilidade e uniformidade de utilização é fundamental. Um dos meus objectivos é que qualquer trabalhador da Lusiaves não precise de mais de três interfaces para trabalhar.

Um será com a tecnologia Fiori, outro será com o Workplace, rede social interna para colaboração. Será a interface para tudo o que é backend.

CW Como é que isso deverá funcionar?

PG  Estamos a desenvolver chatbots, que são veículos de integração. Com o workplace já temos um para o departamento de TI.

Todas as pessoas passam a ter um ponto de contacto para serviços de assistência. O bot faz uma série de perguntas, de despiste, categoriza o problema, insere a ocorrência no sistema de gestão de ticket e vai dando sempre retorno ao utilizador.

E queremos implantar outra utilização que é a marcação de férias através do chatbot. Podemos também ligar o chatbot à plataforma de BI para qualquer chefe de vendas poder perguntar ao sistema quanto vendemos em determinado dia.

CW E que retorno esperam disso para o negócio?

PG  Nós queremos automatizar tudo ao máximo. Queremos passar todo o nosso conhecimento para sistema, para depois podermos aumentar a nossa escala.

Estamos a crescer a dois dígitos ao ano e ainda queremos acelerar. Para isso, ou contratamos o triplo das pessoas, ou então automatizamos e simplificamos tudo, para as pessoas existentes desempenharem tarefas de maior valor acrescentado.

CW Mas não chega ter uma aplicação móvel para facilitar o acesso à informação?

PG ‒ Eu entendo que temos de minimizar atritos de uso aos utilizadores para eles conseguirem fazer aquilo que necessitam de fazer.

Para algumas situações é mais interessante uma assistente de voz, por exemplo para a obtenção de pequenas informações. Eliminam-se muitos passos até chegar ao painel correcto. Para informação mais complexa precisamos das apps.




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