CompuWorks quer comprar para reforçar outsourcing

A empresa atingiu os 15 anos de actividade depois de facturar cerca de um milhão de euros em 2016.

Paulo Moreira, director executivo da CompuWorks

“Pretendemos fazer aquisições de empresas de TI, reforçando o nosso nível de competências, tornando-nos mais eficientes e obtendo maior rentabilidade”, anuncia Paulo Moreira, director executivo da CompuWorks, em comunicado. Em que áreas deverá a empresa reforçar competências? Na de outsourcing, explica a organização em declarações para o Computerworld.

A CompuWorks completou em 2017, 15 anos de actividade, depois de em 2016 ter atingido um milhão de euros em volume de negócios, 30% dos quais em negócio de cloud computing. Até final do ano a empresa conta acrescentar pelo menos três profissionais à sua equipa técnica de 15.

Além disso, pretende manter média de crescimento anual de 20%. Em 2013 e 2014, a empresa conseguiu taxas de 50% e 35% respectivamente.

Com clientes em Angola e Israel, a empresa tem como objectivo duplicar a facturação nos próximos cinco anos, o que também pode só pelo simples crescimento orgânico do negócio, ou aumento do portefólio de serviços.

A empresa quer também pretende expandir os seus serviços de suporte à distância para todo o país.

A CompuWorks pretende ainda expandir os seus serviços para todo o país, funcionando através de um modelo de assistência à distância de apoio aos departamentos de informática dos seus clientes, diz a nota. A mesma revela que a empresa tem obtido “sucesso” sobretudo na área de cibersegurança, consultoria em infra-estrutura e a transformação digital.

Na sua actividade de 15 anos a empresa acumulou numa série de certificações em tecnologia Microsoft (“on-Prem” e “Cloud”), HPE Enterprise, Arcserver, Eset e Watchguard. A Computerworld foi entretanto eleita “Novo Parceiro do Ano” para o último fabricante, considerando os mercados de Portugal e Espanha.

Já em 2014, a CompuWorks foi seleccionada para entrar num projecto com Azure, de um consórcio israelita e português, contratado pelo governo angolano. “Este projecto acabou por ser reconhecido pela Microsoft no programa de parceiros WiningTogether”, observa Paulo Moreira.

Equipa da CompuWorks

 

*Com comunicado




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