Crescimento da TimWe passa por mercados emergentes

Os mercados do Gana, Nigéria, Quénia, da Tailândia e Índia fazem parte de novas apostas da TimWe para consolidar o negócio da empresa.

timweA TimWe quer continuar a apostar nos mercados emergentes. É o caso de países africanos como o Gana, a Nigéria e o Quénia, ou de países asiáticos como a Tailândia e a Índia.

Actualmente o negócio da empresa está a crescer significativamente no Médio Oriente com destaque para o Dubai, Arábia Saudita e outros países na região, disse Mariana Jordão, directora de estratégia corporativa, ao Computerworld durante o Mobile World Congress 2017.

A multinacional portuguesa tem escritórios regionais em 30 países e presta serviços a cerca de 300 operadores e parceiros em mais de 80 países. Para o efeito conta com mais de 500 colaboradores, cerca de 300 em Portugal.

Os destinatários das soluções da TimWe trabalham essencialmente no sector das telecomunicações e da Administração Pública, principalmente na América Latina, com destaque para o Brasil, e noutras regiões do continente e na região Ásia-Pacífico (Malásia e indonésia, só para dar alguns exemplos).

A multinacional de origem portuguesa que opera na área das soluções móveis para marketing e entretenimento, pagamentos, serviços tecnológicos e eGovernment, participou no Mobile World Congress 2017, pela quarta vez. Fê-lo  com o objectivo de reforçar as relações com os seus clientes actuais que contribuem, no seu conjunto para uma facturação na ordem dos 400 milhões de euros.

Para o efeito centralizou no certame a multi-culturalidade traduzida na presença de representantes dos 30 escritórios. O stand era composto por dois pisos e quatro salas de reunião.

Durante 2016, a empresa criou a DigiWe, empresas de soluções digitais, a TechWe que se dedica a soluções tecnológicas e a GovWe com soluções para os governos.

Em Barcelona, a TimWe, que o ano passado, por esta altura, renovou a organização do negócio, demonstrou o que as suas três principais marcas têm vindo a desenvolver para os clientes. Durante 2016, a organização criou a DigiWe, empresa de aplicações digitais que abarca a generalidade da oferta anteriormente prestada pela marca chapéu e a TechWe que se dedica a soluções tecnológicas.  Fundou ainda a GovWe para desenvolver aplicações para o sector público.

No stand foi possível ver demonstrações de vários portais criados pelas três marcas do grupo.

300 trabalhadores em Portugal, 30 escritórios no estrangeiro

A maioria do negócio da TimWe é realizado fora de Portugal. No país temos “talento”, sublinha Mariana Jordão. Cercas de 300 pessoas trabalham, no território, para os serviços financeiros, gestão central de negócio, de produto, de unidades de negócio, de recursos humanos, de estratégia ou marketing.

Nos cerca de 30 escritórios no exterior, para além de operações que TI que podem existir, as equipas são compostas por directores-gerais, comerciais e, dependendo da dimensão do mercado, áreas financeiras, explicou Mariana Jordão.

A dimensão do mercado nacional acentua a necessidade  da aposta nos mercados externos. A empresa começou por trabalhar em mercados na América Latina e mais tarde no Médio Oriente, África e mais recentemente Ásia-Pacífico.




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