Apple supera Samsung nos smartphones

Durante o quatro trimestre as vendas de iPhones obtiveram uma vantagem estreita, mas o fabricante sul-coreano tende a recuperar em breve.

160907-apple-iphone7-2-100681412-primary-idgeA Apple ultrapassou a Samsung Electronics em vendas de smartphones pela primeira vez em dois anos. Mas não deverá liderar por muito tempo.

A Samsung vendeu 76,8 milhões de smartphones no quarto trimestre de 2017, com uma quota de mercado de 17,8%. Contudo ainda foi superada pela Apple, que vendeu 77 milhões de iPhones, atingindo uma participação de 17,9%, segundo os últimos dados da Gartner.

Para o fabricante sul-coreano, o ano de 2016 terminou particularmente mal, dominado pelo fiasco em torno da recolha dos Galaxy Note7, com defeitos perigosos nas baterias. Os dispositivos do tipo do Note7 terão representado 10 a 15 % das vendas de smartphones da Samsung no período anterior à sua retirada, avança Gupta.

Apesar de tudo a empresa poderá recuperar a primeira posição nas vendas mais cedo do que se imagina, considerando que pretende lançar um smartphone de topo de gama já no final de Março.

A Apple só lança em Setembro novos iPhones. Como o fabricante celebra os dez anos do lançamento do seu dispositivo de mobilidade mais icónico, os clientes deverão atrasar a substituição até lá, prevê Gupta.

Fabricantes chineses em florescimento 

Enquanto os “gigantes” do mercado evoluem, outros focos de concorrência estão a desenvolver-se paralelamente: os três maiores fabricantes seguintes, em vendas unitárias são todos chineses.
A Huawei Technologies está em terceiro lugar com uma quota de 9,5% no mercado mundial de smartphones, e no quarto e quinto ficaram a Oppo (6,2%) e a BBK Communication Equipment (5,6%), duas empresas que muitos consideram ser parte do mesmo conglomerado.

No seu universo doméstico os três têm retido o avanço da Apple e Samsung e estão a expandir-se pelo Sul da Ásia.

“Mesmo na sua actual expansão, a Oppo não se está a concentrar apenas nos mercados emergentes, mas também naqueles mais desenvolvidos como o da Austrália”, disse Gupta. E assim poderemos vê-los a ganharem posições na Europa e nos EUA.




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