Smart Open Lisboa tem quatro novos parceiros

A Brisa, a EPAL, a comunidade Masai e o programa Sharing Cities enriquecem o programa que coloca dados à disposição de startups para tornar a cidade mais eficiente.

b_sol-2-0-jpgA segunda edição do Smart Open Lisboa começou esta segunda-feira, com quatro novos parceiros: a Brisa, a EPAL, a Masai e a Sharing Cities.

O Smart Open Lisboa é um dos pilares da estratégia de inovação da cidade de Lisboa. O programa visa abrir os dados da cidade, colocando-os ao dispor dos participantes, incluindo startups, para que possam desenvolver soluções inovadoras para dar resposta aos problemas do quotidiano dos cidadãos.

A iniciativa, coordenada pela Beta-i, tem como objectivo contribuir para o desenvolvimento de uma “cidade melhor, mais inteligente e mais eficiente”.

Sobre esta segunda edição do programa, Pedro Rocha Vieira, co-fundador e director-executivo da Beta-i, realça a “importância da consolidação dos parceiros fundadores, a CML, o Turismo de Portugal, a PT e a Cisco” e aponta como sinal de confiança no projecto a adesão da Brisa, da Águas de Portugal, da Masai e da Sharing Cities. O líder da Beta-i acredita que deste modo se “reforça a proposta de valor” do programa para as startups, “enquanto programa de experimentação em contexto real e focado em desafios concretos dos parceiros”.

Este “laboratório vivo de inovação” está a trabalhar com dados da EMEL, da Carris, da Transtejo, do Ministério do Ambiente ou Porto de Lisboa, entre outros.

Duarte Cordeiro, vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa responsável pelos pelouros da economia e inovação, considera que “que muito do que está a acontecer em Lisboa é o resultado de uma grande ambição, de uma estratégia global e integradora de múltiplos actores que têm vindo a colocar a cidade de Lisboa numa trajectória de crescimento e inovação sem paralelo na sua história recente”. Destaca que “o Smart Open Lisboa é um projecto que se enquadra nesta estratégia” ao “transformar a cidade de Lisboa num verdadeiro laboratório de inovação aberta”.

Quanto aos novos aderentes, a Brisa tem “uma expectativa elevada relativamente a este novo projecto que pretende conjugar mobilidade, inovação, empreendedorismo e cidadania”, avança Eduardo Costa Ramos, responsável de desenvolvimento de negócio na Brisa.

Por seu lado, a EPAL irá contribuir com o sistema WONE, que tem como foco “a redução das perdas de água na rede de distribuição da cidade de Lisboa”, diz o presidente da empresa, José Sardinha, recordando a criação do serviço “waterbeep que disponibiliza às famílias e empresas informação sobre o seu consumo e envia alertas quando há alterações no padrão habitual”

A Masai Comuunity adere à iniciativa com o objectivo de disponibilizar “mecanismos tecnológicos que possibilitam o desenvolvimento, pelas startups, de concierges inteligentes que facilitam o acesso à informação da cidade e melhoram a vida dos viajantes e turistas”, explica o secretário-geral.

Por fim, o programa Sharing Cities, da Câmara Municipal de Lisboa, pretende enriquecer o programa Smart Open Lisboa levará as soluções das startups portuguesas à sua rede de cerca de 100 cidades europeias, refere o consultor e gestor de projecto na Sharing Cities, Nuno Xavier.




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