Governo restrutura linhas de crédito para PME

No âmbito do Programa Capitalizar criou a Linha de Crédito Capitalizar, com 1, 6 mil milhões euros disponíveis em cinco instrumentos de financiamento.

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Manuel Caldeira Cabral, ministro da Economia

O Ministério da Economia anunciou re-estruturação de ferramentas de de crédito sobretudo para PME, com a Linha de Crédito Capitalizar no valor de 1,6 milhões de euros, integrada no Programa Capitalizar. O conjunto organizado em cinco instrumentos estará disponível a partir de 1 de Fevereiro, nas 18 instituições já vinculadas ao plano anfitrião.

A iniciativa visa, segundo comunicado do Ministério, “apoiar investimentos de longo prazo, criar condições mais vantajosas de financiamento para micro e pequenas empresas, alavancar a oferta de soluções de financiamento para investimentos em projectos com fundos comunitários, ampliar a oferta de operações de fundo de maneio, e ainda, alargar o acesso a plafonds de crédito a todas as empresas”.

As regras da iniciativa prevêem montantes de financiamento por empresa entre 25 mil e dois milhões de euros e com prazos entre 3 a 10 anos.

Cinco instrumentos de financiamento e respectivas dotações

Pequenas Empresas: com 400 milhões de euros, servir o acesso a financiamento para investimentos em activos e reforço de capitais;

Fundo de Maneio: tem 700 milhões de euros, disponíveis para necessidades de fundo de maneio das empresas com financiamentos de médio prazo, em alternativa ao crédito de curto prazo;

Plafond de Tesouraria: suportada por 100 milhões de euros, para alargar a oferta de crédito em sistema de “revolving” e dar flexibilidade à gestão corrente de tesouraria;

Investimento Geral: tem disponíveis 100 milhões de euros financiar investimentos em activos com elevado prazo de recuperação;

‒ Investimento “Projetos 2020”: com 300 milhões de euros, para alargar a oferta de crédito bancário no financiamento de projectos aprovados no âmbito do Portugal 2020, centrada no objectivo de suprimir insuficiências da Linha de Crédito e Garantias IFD 2016-2020 em certos segmentos.




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