Check Point aumenta 25% as suas vendas de produtos

O líder da operação do fabricante em Portugal, Rui Duro, prevê contratar mais um técnico durante 2017, para garantir a proximidade com os clientes.

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Rui_Duro, diractor-geral da Check Point em Portugal

A Check Point incrementou 25% as vendas de produto no mercado português revelou esta quinta-feira, director-geral do fabricante em Portugal, Rui Duro. O executivo destaca a importância do indicador que se traduz também em crescimento de novos clientes, embora não tenha avançado um número concreto.

No todo a facturação da operação o prtguesacresceu 22%, o que considerou positivo, num quadro relevante de restrição de compras no Estado. Depois de contratar dois profissionais em 2016, a empresa deverá contratar mais um técnico durante 2017, avançou o gestor.

A proximidade com os clientes, baseada na disponibilidade de técnicos portuguesas, sublinhou, tem sido um importante elemento diferenciador da oferta geral do fabricante. E é necessário garanti-la sugeriu.

Ainda tendo em perspectiva o próximo ano de actividade, Rui Duro assinalou que a estratégia do fabricante tende a dar maior atenção protecção dos dispositivos individuais usados por funcionários. O objectivo é acompanhar a evolução do cenário de ameaças, mais focado no utilizador, o “elo cada vez mais fraco”, sublinha.

Rui Duro referiu os smartphones como ponto de intrusão e ataque, às redes de dispositivos conectados.

Assim “grande parte doa negócio da Check Point estará centrada” nesse vector. A empresa prevê que “a meados de 2017” ocorrências de insegurança de sistemas de informação, associados à IoT vão ganharão maior visibilidade, apesar de já em 2016 isso ter acontecido.

Rui Duro referiu os smartphones como ponto de intrusão e ataque, às redes de dispositivos conectados. Muitos destes podem ser geridos através de aplicações móveis, recorde-se. E a Check Point acredita que as falhas geradas a partir de smartphones e tablets serão um problema de segurança empresarial cada vez mais importante.

Especialmente no Android, devido ao elevado número de utilizadores e às políticas da Play Store, que fazem com que a maioria dos ataques se dirijam a dispositivos com este sistema operativo.

Phishing e ransomware destacaram-se em 2016

O phishing foi um dos tipos de ataque com maior crescimento durante 2016 – mais concretamente 80% ‒ , diz a Checkpoint. É, aliás, o método favorito dos hackers – três em cada quatro campanhas de malware são difundidas desta forma. Em Outubro de 2016, o fabricante descobriu uma campanha de phishing contra contas da Paypal, uma das vítimas preferidas dos hackers.

Mas os emails fraudulentos não servem só para o roubo de credenciais, podendo também servir ataques de ransomware. Este tipo de malware foi um dos indiscutíveis protagonistas de 2016.

Neste ano, a Check Point revelou detalhes sobre o funcionamento interno da maior campanha ativa do mundo: o Cerber. Também tornou público o código do Jigsaw, uma variante que elimina um ficheiro do dispositivo afetado por cada hora que passa desde a infecção até ao pagamento por parte do utilizador.

Os ataques de ransomware foram muito lucrativos para os cibercriminosos segundo a empresa e prevê-se que a tendência continue, recorrendo a novos métodos neste ano que se aproxima.

*Com comunicado




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