Microsoft e IDC lançam ferramenta de diagnóstico online

O instrumento de avaliação do estado de transformação digital das organizações assenta num questionário com 25 perguntas.

maturity-scape_idcA Microsoft e a IDC passaram, em conjunto, a disponibilizar uma ferramenta de diagnóstico online, com a qual esperam acelerar a transformação digital dos seus clientes em Portugal. A iniciativa envolve não só a avaliação como também a definição de planos que lhes permitam evoluir para os estágios seguintes.

A maioria das grandes empresas portuguesas está nos três graus intermédios (“Opportunistic”, “Repeatable” e “Managed”) e o objectivo é até 2018 mais de 50% das organizações passem para os níveis ”Digital Players”, “Transformers” ou “Disrupters”. No prazo até 2020, a meta avança para 65%, diz um comunicado.

O diagnóstico parte de um questionário com 25 perguntas e a partir das respostas faz uma comparação com o panorama actual do mercado nacional e a sua indústria. As empresas têm depois acesso a um conjunto de recomendações sobre as alterações que devem implementar para avançar no processo de Transformação Digital.

Em articulação com a IDC, as organizações podem ainda participar em workshops gratuitos, de duas horas, que oferecem uma avaliação aprofundada dos resultados da análise feita e definição dos próximos passos, tendo em conta as prioridades de negócio, áreas de inovação e prioridades de IT. No relatório final, as empresas recebem propostas de iniciativas relevantes para ultrapassar o hiato que as separa da concorrência, nas áreas de liderança, omni-experiência, contratação de talentos, modelo operacional e gestão de informação.

A transformação digital é uma forma de criar empresas “anti-fragilidade” face a mudanças tecnológicas, perturbações geopolíticas, económicas e ambientais, como também prosperar, defende Gabriel Coimbra, director-geral da IDC Portugal.

“Precisamos (…) de estimular e promover um novo paradigma de liderança que não se limite apenas a reconhecer a importância da Transformação Digital, mas que a assuma como fator essencial e urgente da estratégia de crescimento e diferenciação, fazendo dela uma prioridade absoluta nos planos estratégicos de investimento e inovação”, defende Alexandre Pinho, director da área de grandes empresas e serviços da Microsoft Portugal.

Além das rápidas mudanças tecnológicas, as empresas terão de lidar com perturbações geopolíticas, económicas e ambientais. A transformação digital é uma forma de criar empresas “anti-fragilidade” que podem não só sobreviver a tais perturbações, como também prosperar, defende Gabriel Coimbra, director-geral da IDC Portugal.




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