União das Misericórdias começa a implantar a SINERGi

O sistema é adoptado com a expectativa de cada Misericórdia ter acesso a indicadores de actividade por tipologia, por região e por utentes.

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Manuel de Lemos, presidente da UMP.

A União das Misericórdias Portuguesas iniciou recentemente um processo de modernização digital do seu modelo de gestão visando inclusive reunir dados demográficos por região, de forma a melhorar a resposta social à população. O projecto baseia-se na implantação faseada da plataforma de gestão SINERGi, pelas diversas Misericórdias. Não há data definida para terminar.

Em perspectiva está um maior suporte à tomada de decisão, mas salvaguardando que não haverá acréscimo de trabalho para os utilizadores. Os processos de gestão e sistemas informáticos existentes, não deverão ser alterados, diz um comunicado.

A plataforma desenhada para as Misericórdias terá indicadores de gestão para todas as respostas sociais, desde as estruturas residenciais para pessoas idosas (ERPI), às cantinas sociais, para unidades de saúde. Inclui ainda ferramentas para gestão financeira e de recursos humanos.

Com integração prevista, a obtenção de dados não exigirá a inserção por intervenção humana. Para Manuel de Lemos, presidente da UMP, a implementação desta plataforma nas Misericórdias reforça o compromisso da união, de “fazer misericórdia com a actividade e não com a gestão”.

A informação obtida servirá de suporte aos argumentos da organização quando em negociações com entidades, como o Governo, sobre comparticipações, esperam os responsáveis

O responsável espera conseguir uma melhor utilização de recursos.  Segundo José Carlos Azevedo, CEO do projecto SINERGi, a plataforma de servirá também para monitorizar riscos e promover a partilha de conhecimento entre as Misericórdias, mantendo a autonomia das mesmas.

Cada uma destas operações poderá ter acesso aos indicadores por tipologia, por região, por utentes, entre outros, e assim perceber de que forma está posicionada no universo da UMP. A informação obtida servirá de suporte aos argumentos da organização quando em negociações com entidades, como o Governo, sobre comparticipações, esperam os responsáveis.




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