COI de Lisboa será implantado em Janeiro

A Câmara Municipal de Lisboa organiza entretanto uma sessão de trabalho participativa aberta à cidadania para troca de ideias e contribuições sobre a utilização de dados abertos.

Lisboa_vista_do_Tejo6_Foto_Am_rico_Simas_1A versão base do centro de operações integrado (COI) para Lisboa será implantada no início de Janeiro, adiantou o vereador dos sistemas de informação da Câmara de Lisboa, Jorge Máximo, em declarações para o Computerworld. A plataforma esteve em preparação durante 2016 e vai permitir gerir a reacção a ocorrências e disponibilizar informações entre diferentes serviços internos da entidade.

Ao mesmo tempo que “permitirá um conjunto alargado de novas soluções e operações no sentido de aproximar a cidadania aos serviços”, acredita o responsável. Na actualidade, avançou, existem já duas aplicações móveis em fase de finalização que vão ser disponibilizadas ao público, em breve, baseadas no sistema. Uma respeita à informação sobre ocorrências e está hoje disponível apenas no portal da Câmara.

E a outra no âmbito do atendimento municipal para a obtenção de senhas remotas que permitem aos munícipes deslocar-se ao local apenas no momento que corresponde. As aplicações referidas são apenas algumas das soluções já em fase de teste que pretendem “facilitar a vida das pessoas em vários eixos de intervenção da operação camarária”, explica Jorge Máximo.

A Câmara “não deseja colocar estas soluções e funcionalidades ao serviço dos utentes sem um backoffice operacional que garanta a resposta”, razão para que a disponibilização das apps seja feita de maneira progressiva.

Jornada sobre dados abertos a 19 de Outubro

A Câmara Municipal de Lisboa vai realizar uma jornada de trabalho, no dia 19 do corrente mês, a propósito do portal de dados abertos da cidade. O objectivo é pensar sobre os dados recolhidos no portal e as suas possíveis utilizações, numa sessão de trabalho com munícipes e empresas.

Em poucos meses de existência, à informação geo-referenciada, colocada logo de início na ferramenta, juntam-se novos dados, num total de 300 conjuntos, em que é possível encontrar desde a carta do potencial solar de Lisboa, a rede de ciclovias da cidade, arvoredo, ou a constituição de empresas, entre muitos outros, a merecer atenção para a sua utilização prática.

 

Elena Fernandes




Deixe um comentário

O seu email não será publicado