BMW prepara veículo de auto-condução com a Intel e Mobileye

O iNext deverá estar no mercado em 2021.

ABMW_cq5dam.resized.img.1680.large.time1447949538576-100669492-carousel.idge BMW quer produzir um automóvel completamente autónomo denominado iNext e preparado tanto para as ruas urbanas como rodoviárias, até 2021. Para isso, está a desenvolver uma parceria com a Intel e a Mobileye, as quais vão fornecer a tecnologia subjacente para o veículo de auto-condução.

O modelo iNext é o primeiro de uma gama de veículos totalmente autónomos prevista pelo fabricante. A BMW apostando no referido segmento de carros visando a sua utilização como táxis ou veículos a serem usados em redes de partilha de transporte.

A Uber já está a investigar o potencial deste tipo de serviços e está a experimentar um automóvel de auto-condução, em Pittsburgh, em moldes semelhantes. O projecto da BMW visa produzir um “veículo altamente autónomo” capaz de prescindir de quase toda a intervenção humana.

Os primeiros testes serão em breve, segundo as empresas, que não foram mais precisas. Os fabricantes de automóveis estão a tentar conceber carros autónomos tão rapidamente quanto empresas de tecnologia como a Google. Esta já tem um automóvel capaz de se conduzir, mas não é perfeito e tem estado envolvido em acidentes.

Os fabricantes de TIC estão a fornecer sobretudo tecnologia de infra-estrutura, a Mobileye tem um chip proprietário chamado EyeQ5, concebido para tornar a auto-condução mais segura, conjugando o processamento e análise de dados de câmaras e sensores simultaneamente. A tecnologia da Mobileye já é utilizada em veículos de Tesla.

Os automóveis de condução autónoma deverão contar com sistemas de aprendizagem alojados em cloud computing, para “aprenderem” a identificar objectos ou sinais.

A Intel fornecerá processadores, chips Field Programmable Gate Arrays (FPGA), chips de conectividade e ferramentas de segurança. A Intel também vê uma oportunidade para vender mais chips de servidores conforme aumentar a procura de sistemas de aprendizagem profunda.

Os automóveis de condução autónoma deverão contar com sistemas de aprendizagem alojados em cloud computing, para “aprenderem” a identificar objectos ou sinais. Este ano, a Intel adquiriu uma série de empresas, incluindo a Yogitech e a Itseez, fornecedora de funcionalidades de visão computacional e de segurança para automóveis.

A Volvo está também a desenvolver um carro autónomo, mas com a Nvidia que lhe deverá fornecer chips e computadores capazes de detectar sinais, objectos, peões, pistas, e sinais.




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