Contratos no sector público tendem a ser mais curtos

Os projectos referentes a serviços poderão ter uma dimensão mas reduzida.

contratoA introdução cada vez maior das tecnologias de “terceira plataforma”, identificadas por IDC como responsáveis pela transformação digital, está a produzir uma mudança geral na maneira de implantar TIC. Isso afecta o sector público europeu que poderá optar por contratos de serviços de menor dimensão e duração.

Os directores de TI do sector público na Europa ocidental, que utilizam os serviços de integradores de sistemas, vão considerar contratos de menor dimensão e duração para minimizar o risco de falhas. A necessidade de evitar a dependência face a um único fornecedor também é um factor.

São as conclusões do relatório de IDC “Western European Governement System Integrators 2016 Vendor Assessment”, que identifica a Accenture, Atos, Capgemini, GCI, CSC, Deloitte, HP, IBM, Sopra-Steria e Tieto como os grandes fornecedores, no segmento.

“Isto vai implicar maior coordenação entre os diferentes fornecedores para ajustar de maneira dinâmica a compatibilidade de capacidades, internas e externas, que as administrações devem adquirir em áreas de Big Data e analítica, serviços digitais ou informática móvel”, explica a consultora.

A IDC recomenda que os fornecedores reforcem competências internas ligadas à arquitectura empresarial, análise de negócio.

Nos mais recentes anos, as medidas de austeridade levaram os governos europeus ocidentais a ter problemas para implementar a transformação digital e a ter de reformular a maneira de colaborar com os fornecedores de TI.

A análise agora realizada aconselha estas organizações a reforçar competências internas ligadas à arquitectura empresarial, análise de negócio ou desenvolvimento com o objectivo de reter conhecimento, elemento fundamental para realizar com êxito a inovação empresarial.


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