Primavera BSS autonomiza empresa para a AP

Chama-se Primavera Public Services e o grupo quer posicioná-la como o parceiro tecnológico na administração pública, inclusive para o mercado estrangeiro.

Ângela Brandão Vice Presidente PRIMAVERA BSS_p

Ângela Brandão, vice-presidente da Primavera BSS

A Primavera criou a spin-off Public Services, à qual empresta parte do nome e quer promover como organização capaz de responder  às necessidades particulares da Administração Pública. Neste universo inclui “organismos centrais, regionais e locais do Estado e entidades empresariais públicas e privadas que visam a prestação de bens e serviços de interesse público, tais como a Saúde, Transportes e Educação”.

O grupo não quer cingir-se ao mercado nacional e espera colocar em prática um modelo de internacionalização assente em parcerias. Apostando nos países africanos e europeus quer parceiros capazes de disponibilizar  “juntamente com as soluções Primavera ofertas de maior valor agregado para o mercado”.

“A gestão pública e a gestão privada têm desafios comuns, pelo que a nossa experiência e as nossas soluções, que desde há 20 anos auxiliam as empresas a obter um melhor controlo operacional e mais eficiência, são sem dúvida uma mais-valia para este setor e para a transformação digital que se impõe, particularmente nesta altura com a entrada em vigor do Sistema de Normalização Contabilística na AP (SNC), em benefício da transparência e rigor na gestão destes organismos”, considera Ângela Brandão, vice-presidente da Primavera BSS.

Em Fevereiro deste ano, a empresa já considerava o sector público como foco de aposta específica. De acordo com o grupo, a Public Services nasce da identificação dos desafios inerentes à transformação digital com que todas as organizações deste sector serão confrontadas com entrada em vigor do SNC à AP.

Este será aplicado partir de Janeiro de 2017, afectando 5000 mil entidades públicas e trazendo exigências crescentes de controlo, eficiência e transparência dos processos, lembra. Segundo um comunicado, a nova organização já está a acompanhar projectos- piloto com diversas entidades, entre as quais os Serviços de Acção Social da Universidade do Minho e o IPCA – Instituto Politécnico do Cávado e Ave.

Trata-se de antecipar a uniformização da gestão dos dinheiros públicos e a prestação de contas.

A aposta do grupo assenta num património com cerca de 15 anos, envolvendo clientes, projectos e soluções.

A oferta da empresa autonomizada funda-se ainda em “novas formas digitais de ligação entre a AP e os seus utentes e colaboradores, nomeadamente através de soluções cloud e de dispositivos móveis”.

Procuram garantir o um acesso célere aos serviços, em qualquer altura e em qualquer lugar. A aposta do grupo assenta num património com cerca de 15 anos, envolvendo clientes, projectos e soluções. Entre o conjunto dos primeiros estão entidades como:

‒ Serviço Regional de Saúde dos Açores;
‒ Universidade do Porto;
‒ Sociedade de Transportes Colectivos do Porto;
‒ Instituto Português do Mar e da Atmosfera
‒ Administração Central de Sistema de Saúde;
‒  Hospital Beatriz  Ângelo;
‒ AICEP;
‒ Global Parques;
‒ Centro de Formação e Inovação Tecnológica.




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