FBI vai testar forma de desbloquear iPhone apreendido

A autoridade dos EUA não revelou o método, mas uma audiência marcada para esta terça-feira foi adiada.

FBI - Dave Newman_Flickr - IDGNSO FBI diz que pode ter encontrado uma potencial forma de suplantar os mecanismos de segurança do iPhone usado por um dos autores do atentado de San Bernardino. “No passado domingo, Março 20, 2016, uma entidade externa à organização demonstrou ao FBI um possível método de desbloquear o iPhone, de [Syed] Farook,” revelaram os advogados do governo em tribunal, na última segunda-feira.

Uma importante audiência no caso estava programada para terça-feira mas foi por isso adiada. “São necessários testes para determinar se o método é viável, que não irá comprometer os dados no iPhone de Farook. Se for viável, deve eliminar a necessidade de a Apple ajudar estabelecido na ordem fundada no All Writs Act, neste caso,” escreveram.

A acção judicial não descreve o método proposto, mas o governo diz ter recebido sugestões de como poderia invadir o telefone, por parte de várias entidades externas.

Se o governo tiver realmente encontrado e definido o seu próprio processo, poderá obter os dados de que necessita, sem uma batalha judicial nem a abertura de um precedente seria definido, pelo menos a partir deste caso.

A audiência marcada para esta terça-feira à tarde, onde os advogados da Apple e do governo iriam tentar chegar a um acordo, foi adiada indefinidamente. O caso mantém-se aberto, pelo menos até o FBI perceber se a técnica resulta.

Alguns investigadores sustentam a teoria de que se pode aceder ao conteúdo do dispositivo através de uma clonagem.

As autoridades contam apresentar um relatório da situação ao tribunal até 5 de Abril, quando, presumivelmente, divulgarão os resultados dos seus esforços. Alguns investigadores sustentam a teoria de que se pode aceder ao dispositivo através de uma clonagem.

No processo, são feitas várias cópias à memória do telefone e tenta-se o acesso com vários códigos face a cada cópia. O risco de bloqueio de uma cópia torna-se menos relevante, podendo os investigadores passar a outra.




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