“Rede internacional foi importante para não termos de ‘re-inventar a roda’”

O presidente da Accenture, José Galamba de Oliveira, gostava que a empresa de consultoria tivesse crescido mais nos últimos anos, mas está contente com a importância da organização firmada na economia portuguesa.

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José Galamba de Oliveira, presidente da Accenture

“A história da evolução da consultoria é indissociável da própria evolução dos factos políticos” do Portugal, considera o presidente da Accenture, José Galamba de Oliveira, em entrevista para o site CIO.pt. Em 2015, a organização completou 25 anos de presença directa em Portugal e o responsável faz uma breve análise de como evoluiu a actividade em que se foca.

Satisfeito com a posição alcançada no mercado português, confessa que se a empresa tivesse crescido estaria mais contente. Entre os factores para o desempenho satisfatório assinala a rede internacional da Accenture a que subsidiária pertence, como capital para esta não ter necessidade de re-inventar a roda”, em muito projectos.

Ao longo de um quatro de século , a consultora esteve presente em vários processos de transformação da economia portuguesa, como a implantação do IVA e do IRS, o Cartão do Cidadão e as primeiras soluções de banca online.

Outro factor de sucesso para a Accenture  foi ter conseguido contratar os melhores recursos humanos, considera José Galamba de Oliveira.




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