Onde vai terminar a lei de Moore?

A resposta pode estar num transístor de uma única molécula.

PDI - IEEE

A indústria dos semicondutores tem corrido para acompanhar a Lei de Moore, uma previsão com décadas sobre o ritmo em que o número de transístores num processador duplicará, mas avanços recentes da Intel podem sugerir que as coisas estão a abrandar.

Agora, investigadores alemães mostraram que a previsão pode vir a ser definida a partir de um transístor composto de uma única molécula.

A investigação decorreu no Paul-Drude-Institut für Festkörperelektronik (PDI), em colaboração com a Free University of Berlin (FUB), ambos em Berlim, NTT Basic Research Laboratories (NTT-BRL) no Japão e com o norte-americano U.S. Naval Research Laboratory (NRL) em Washington, D.C, e os investigadores usaram uma técnica demonstrada inicialmente em 1990 pela IBM.




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