Inteli distingue seis projectos em vez de cinco

A organização reconheceu o mérito de projectos municipais de Águeda, Guimarães, Cascais, Torres Vedras, Matosinhos e Vila Nova de Gaia.

Premiados Smart Projects e presidente da RENER

A Inteli premiou seis projectos de cidades inteligentes com o selo “A Smart Project for Smart Cities”, em vez de cinco, como estava previsto. O facto deve-se à circunstância de dois terem obtido avaliação igual, de acordo com os critérios estabelecidos para a iniciativa.

A organização prefere não revelar a classificação global dos projectos e, nesse contexto, escusa-se a divulgar o nome do par de projectos.  Num comunicado, diz que recebeu 18 candidaturas, provenientes da Rener Living Lab – Rede Portuguesa de Cidades Inteligentes, constituída por 43 municípios.

As iniciativas premiadas são dos municípios de Águeda, Guimarães, Cascais, Torres Vedras, Matosinhos e Vila Nova de Gaia:

SINGELU (Águeda): plataforma concebida para controlar a iluminação pública, definir perfis de luminosidade, informar do estado das luminárias e fornecer os gastos de energia em kW e euros;

NoPaper (Vila Nova de Gaia): ecossistema digital que visa a desmaterialização de todo o processo de licenciamento urbanístico numa perspectiva sustentável e inovadora;

Sistema de gestão de resíduos (Cascais): plataforma de gestão integrada dos serviços de recolha de resíduos urbanos e limpeza  urbana, através de plataformas Web, simplificando o processamento de dados e automatizando o planeamento das actividades operacionais;

‒ SIGE (Torres Vedras): infra-estrutura tecnológica integrada e centralizadora de gestão de estacionamento que engloba a fiscalização do estacionamento automóvel, disponibilidade das bicicletas “Agostinhas”, os selos de residente/comerciante, recorrendo a tecnologia GPRS e a novas formas de energia fotovoltaica;

‒ Sistema de gestão e informação ambiental (Matosinhos): reúne e produz dados para uma matriz de indicadores de estado/qualidade ambiental com o objectivo de promover a conservação  e valorização ambiental dos espaços naturais;

‒ Sistema de reguladores fluxo luminoso (Guimarães): para modernização das redes de iluminação pública em 15 freguesias do concelho através de uma plataforma de telegestão que optimiza e monitoriza toda a rede, abrangendo cerca de 50 mil habitantes.

Segunda edição mais aberta

A primeira edição cingiu-se aos municípios da referida rede, mas a próxima – prevista ainda para 2015 – vai acolher candidaturas de todas as entidades colectivas, públicas ou privadas, a desenvolverem projectos sob o conceito de “cidades inteligentes”.

Os da primeira edição foram avaliados segundo vários critérios, entre os quais:

‒ resposta a uma necessidade urbana,
‒ inovação tecnológica,
‒ inovação organizacional,
‒ integração de soluções;
‒ interoperabilidade,
‒ impactos e contributo para sustentabilidade ambiental e/ou atractividade económica das cidades;
‒ contributo para qualidade de vida dos cidadãos;
‒ contributo para a governação das cidades;
‒ extensão das pessoas afectadas/beneficiadas;
‒ grau de incorporação nacional e local, execução.


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