Inteli propõe selo distintivo para “cidades inteligentes”

O período de candidaturas decorre até 24 de Fevereiro e o atributo pretende dar notoriedade a projectos de desenvolvimento de cidades inovadoras, sustentáveis, criativas, inclusivas e conectadas.

Logo_SeloA Inteli lançou uma iniciativa de promoção de projectos nacionais para o desenvolvimento de cidades inteligentes, na qual procura distinguir com um selo distintivo cinco projectos que estão mais de acordo com a sua visão. O programa de candidaturas decorre até 24 de Fevereiro, a análise das candidaturas até 3 de Março, sendo os galardoados conhecidos dois dias depois, em Lisboa, durante a Semana Nacional para o Crescimento Verde ‒ Green Business Week.

A primeira edição é reservada aos municípios membros da Rener Living Lab – Rede Portuguesa de Cidades Inteligentes, composta por 43 cidades nacionais. Segundo um comunicado, obterão reconhecimento as iniciativas capazes de contribuírem para o desenvolvimento de “cidades inovadoras, sustentáveis, criativas, inclusivas e conectadas, geridas de acordo com o conceito de governação aberta e orientadas para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos”.

A Inteli defende que “é uma necessidade real e premente” pensar as cidades de forma inteligente e agir em conformidade “com o objectivo último de humanizar, tornar os espaços mais harmoniosos e com melhor qualidade de vida para os cidadãos”. E reconhece que “muitas cidades, através dos seus municípios, empresas ou outras entidades colectivas, têm vindo a desenvolver trabalho nesta área que pode ser replicado noutros territórios, que deve ser promovido e incentivado”.

“É esse reconhecimento que o selo pretende atribuir, queremos que seja um incentivo forte que outros se sintam estimulados a apostar neste caminho”, refere a directora da Unidade de Cidades da Inteli, Catarina Selada. A distinção pretende dar notoriedade “a projectos de inteligência urbana” e reforçar a sua visibilidade nacional e internacional.

“Um reconhecimento público de projectos assentes no desenvolvimento de soluções inovadoras para a resolução de problemas urbanos, capaz de promover uma boa imagem dos promotores dos projectos, sejam cidades, empresas e/ou outros actores económicos e sociais no mercado internacional das ‘smart cities’ e valorizar as competências, capacidades e a oferta tecnológica em contexto internacional”, acrescenta.


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