eSPap explica melhor a rede SP TIC

A plataforma de colaboração e partilha de conhecimento para as TIC da Administração Pública reunirá serviços e entidades sectoriais.

Carlos Goncalves_vogal da eSPap“Temos de dar melhor resposta nas TIC da Administração Pública” (AP), declarou o vogal do conselho directivo da eSPap, Carlos Gonçalves, durante a apresentação esta terça-feira do Plano Estratégico da eSPap, no Ministério das Finanças. O responsável iniciou praticamente com essa frase os fundamentos para a criação da rede SP TIC, a ser dinamizada pelo organismo.

A referida necessidade é o ponto de partida para a criação da plataforma de cooperação. Segundo o responsável, faltam recursos humanos de TIC competentes para  aumentar a qualidade dos serviços, uma exigência urgente.

Contudo, existem “experiências e conhecimentos” relevantes espalhados pela AP. Assim, o objectivo da eSPap será reunir na plataforma as competências em TIC de vários ministérios, procurando “diminuir custos, através da racionalização e partilha de meios”.

Criando um repositório comum de recursos, o organismo espera também “aumentar as capacidades e disponibilidade de recursos humanos”, para uma gestão mais racional, e de acordo com as orientações da AMA e dos plano do GPTIC.

A rede será baseada em sete entidades sectoriais, provenientes de organismos com o maior conhecimento e com mais TIC instaladas:
‒ Segurança Social;
‒ Justiça (IGFEJ);
‒ Administração Interna (SG MAI);
‒ Educação (FCT);
‒ Saúde (SPMS);
‒ Governo (CEGER);
‒ Defesa (SG MD).

O modo de funcionamento da rede baseia-se, sobretudo, numa lógica de partilha de conhecimento, mas também de outros meios. O organismo público com determinada necessidade deverá prioritariamente consultar o SP TIC Sectorial ao qual está associado (através do ministério), sublinhou Carlos Gonçalves.

A eSPap vai coordenar a plataforma mas também prestará serviços. A rede prevê ainda “a difusão e partilha de tecnologia” para complementos de capacidade. Assim, o leque de oferta previsto envolve serviços e nem todos de consultoria:

‒ SaaS
‒ IaaS
‒ Manutenção aplicacional
‒ Desenvolvimento
‒ Alojamento
‒ “Housing”

O projecto já em execução – houve várias reuniões entre responsáveis de ministérios – apresenta ainda três objectivos transversais. Além de desenvolver a SP TIC, a eSPap pretende conseguir uma “potencialização das capacidades aplicacionais” e a expansão do portefólio de soluções (cloud incluída)


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