O Big Bang dos dados

Intel e Oracle prometem nova geração de firewall para 2015, perante o enorme crescimento dos dados de negócio.

Renee James - Intel - DR

Em 2020, haverá mais dados do que estrelas no Universo. Actualmente, 90% dos dados foram criados apenas nos últimos dois anos – dos quais 27% são provenientes de dispositivos móveis. Mas como se passa deste “Big Bang de dados” para obter algum sentido e fazer negócio, questionou Renée James, presidente da Intel, no Oracle OpenWorld, a decorrer esta semana em São Francisco (EUA).

“Os dados têm um valor estratégico” e a cloud “agiliza a gestão dos dados para obter ‘insights’”, ilustrando o conceito com uma “organização de TI” como o MD Anderson Cancer Center, uma entidade de investigação na luta contra o cancro que usa intensivamente a análise de dados.

A migração para a cloud parece inevitável. Actualmente, 35% das clouds são privadas mas vão crescer para 47% em dois anos. Os 12% de clouds públicas vai aumentar para 15%, enquanto as instalações “on premise” vão diminuir dos actuais 53% para 38% em dois anos.

Todo este ambiente gera preocupação em termos de segurança. Por isso, recordando os “20 anos de parceria” com a Oracle, James anunciou para o próximo ano o lançamento da “próxima geração de firewall” (NGFW), desenvolvido em conjunto pelas duas empresas. “É uma nova aproximação”, refere, uma “infra-estrutura definida por software” (SDI).

A presidente da Intel anunciou ainda duas grandes áreas onde a empresa está a investir – fotónica em silício (para movimentação mais rápida dos dados) e memórias não voláteis.




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