GPEN confirma falhas de privacidade na maioria das apps

Uma em cada três aplicações móveis solicita permissões excessivas d e recolha de dados e as informações sobre políticas privacidade são inadequadas em 85%.

fbssprivacy1_por Elizabeth Heichler (DR)Muitas aplicações móveis solicitam demasiadas permissões aos utilizadores e não explicam como recolhem informações pessoais, diz um estudo da Global Privacy Enforcement Network, sobre 1,211 apps. A maioria daquelas analisadas não informa adequadamente como recolhe e nem como usa os dados, de acordo com o realizado, por 26 autoridades de privacidade de 19 países em desenvolvimento.

Um terço exige permissões excessivas e fora do âmbito da sua funcionalidade. O tema das permissões excessivamente amplas tem sido destacado por activistas da privacidade e especialistas em segurança. E muitas vezes, é o resultado do modelo de negócio, baseado em anúncios, subjacente a muitas apps, que têm no seu código matrizes de publicidade agregadas.

Para fornecer anúncios segmentados e interactivos, as bibliotecas de anúncios precisam normalmente de ter acesso a um conjunto maior de dados de utilizador e funcionalidades. O problema é agravado pelo comportamento dependente do sistema operativo.

Por exemplo, o iOS permite aos utilizadores revogar o acesso de uma aplicação certos dados após a instalação, mas o Android não tem esse mecanismo. Força os utilizadores a escolher entre dar todas as permissões ou não usar as aplicações.




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